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Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 8

Constantemente tenho visto profissionais que fazem uso da laserterapia “presos” no protocolo de 4J/cm2.

Isso é altamente frustrante, pois, para quem não tem conhecimento, este foi o primeiro achado com um certo resultado na laserterapia na década de 90. E olha que nem vou entrar no mérito se o trabalho era metodologicamente razoável ou não cientificamente.

Dito isso, este protocolo esta, de longe, muito ultrapassado, limitando os resultados da laserterapia.

Se você, profissional da saúde que faz uso da laserterapia e quer ter resultados realmente regenerativos com a laserterapia, estude e veja que este 4J/cm2 virou um tabu comercial.

Existe um universo de possibilidades terapêuticas com resultados palpáveis com o uso da laserterapia, quando se quer ter resultados regenerativos.

Então, convido você, caro colega, a estudar além do tabu e descubra resultados concretos, baseado em trabalhos mais atuais. Isso sem mencionar cálculos de dosimetria muito mais precisos que passam longe do tabu.

Para aqueles que se interessam, convido estudar e aplicar a laserterapia além do tabu.

A laserterapia de longe é a nossa maior arma regenerativa, quando corretamente aplicada.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Estado inflamatório e clínica – parte 8

A inflamação crônica é a mais difícil de se diagnosticar e, muitas vezes, detectar. Isso acontece porque nosso corpo tem a capacidade de suportar dores por longos períodos de tempo, até ela agudizar.

No momento que a inflamação fica ativa (agudizada), fica mais fácil determinarmos o diagnóstico.

Porém, na grande maioria das vezes, os pacientes que chegam na clínica com dores crônicas não têm exames de imagens para avaliarmos mais precisamente. Pior, não lembram o início desta dor.

Neste momento, ter técnicas que podem detectar e determinar a disfunção tornam-se fundamentais para um diferencial terapêutico.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 50 anos, sem comorbidade e que relatou dor lombar crônica que, à vezes, se estende para o glúteo. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para determinar uma síndrome compressiva e convencer o paciente a realizar um exame de imagem para determinar precisamente o tratamento.

Situações assim são muito comuns na clínica e ter este diferencial na palma da mão e em tempo real fazem toda a diferença.

Além, claro de permitir já o início do tratamento enquanto o paciente ainda busca o exame de imagem, o que pode demorar muito na maioria dos casos.

Conhecer a inflamação e as técnicas de detecção da mesma são fundamentais para uma terapia com resultados mensuráveis. Somente assim saímos da “execução” para o “programa terapêutico”.

#inflamação #dor #fisioterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 8

O conhecimento da fisiopatologia e das disfunções musculoesqueléticas são fundamentais para tratar as diversas dores encontradas na clínica.

Isso porque, muitas vezes o paciente chega sem resultados de exames conclusivos, mas com dores intensas relatadas.

Nestas horas, ter o conhecimento de técnicas capazes de detectar estas disfunções e saber interpretar os dados é primordial para se ter resultados diferenciados.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 40 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em cervical. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para diagnosticar sobrecargas apresentadas pelo paciente, que respondeu a dor crônica dele.

Além disso, torna-se possível elaborar um programa terapêutico condizente com a disfunção do paciente, totalmente personalizado e acompanhar a evolução do caso.

Termografia não serve apenas para tirar uma imagem para postar no Instagram, ela deve ser usada constantemente e com propriedade, fazendo diferença na terapia do profissional.

Isso só é possível quando se tem o conhecimento profundo do método.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia – parte 8

A dor lombar crônica é causada por uma associação de fatores, sendo raramente apenas um fator.

Dito isso, quando tratamos a dor lombar crônicas, devemos englobar no tratamento o máximo de fatores contribuintes para a dor lombar. Pois sem isso, ela não cessa e muitas vezes até evolui para a piora.

A dor lombar é, na grande maioria das vezes, o que mais trás pacientes ao consultório.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 53 anos, sem comorbidades e que apresentou dor lombar após prática esportiva. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para entender os diversos processos de sobrecarga musculares, dentro de um quadro de dor lombar crônica.
Dito isso, contemplar toda uma terapia que faça a correção postural, correção biomecânica, reequilíbrio da musculatura, analgesia e anti-inflamatório é mandatório para dores lombares Crônicas.

Claro, tudo dentro de um programa terapêutico ao longo do tempo, porque toda inflamação ativa leva de um mês e maio a 3 meses (no mínimo) para sairmos da dor aguda.

Ter o conhecimento profundo da fisiopatologia é a chave para uma correta avaliação, e esta representa quase o melhor desfecho do tratamento.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 7

A inflamação aguda pode ocorrer por vários motivos, mas normalmente, ela é uma associação de fatores. Com exclusão claro do trauma agudo.

Isso porque, é necessária uma certa forma de desequilíbrio associado a sobrecarga, seja por repetição seja por peso (volume).

E este tipo de lesão é muito mais comum do que se imagina, especialmente quando não possuímos uma certa biomecânica para um tipo específico de movimento e ou quando não possuímos absolutamente nenhum preparo e realizamos um certo movimento em exagero (por repetição ou volume).

Como no termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 48 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombro após iniciar prática esportiva com raquete nos últimos 6 meses. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Este é um típico exemplo de despreparo muscular com repetição de movimento, desencadeando uma disfunção dolorosa, ou seja, uma inflamação ativa.

Estas lesões são complexas e difíceis de serem tratadas, mas deve-se iniciar imediatamente assim que a dor se apresentar para que a inflamação não evolua.

O segredo aqui e tratar o máximo de fatores contribuintes para que a inflamação ceda o mais rápido possível.

A inflamação ativa de longe é a maior causadora das dores limitantes e deve ser o foco do tratamento, antes mesmo de se pensar em iniciar a carga.

#inflamação #dor #fisioterapia

Estado inflamatório e clínica – parte 7

A laserterapia é a melhor técnica na fisioterapia para tratar regenerativamente as lesões, pois é a única que tem potencial de fato regenerativo.

Infelizmente a graduação ensina muito pouco seu uso e acabam por limitar-se aos 4J/cm2.

Isso fez com que o profissional ficasse limitado a execução de um único protocolo, perdendo todo o potencial da técnica.

No entanto, para aqueles que estuda e aplicam corretamente a laserterapia, pode-se chegar a regeneração de muitas lesões.

Isso deveria, de longe, ser o foco da fisioterapia, pois chegaríamos a resultados incríveis, regenerativos e não apenas de analgesia. Claro, a analgesia já é um enorme ganho, poderem é uma forma de subutilizar esta técnica.

Dito isso, profissional fisioterapeuta, se você quer um diferencial na sua terapia, aprenda a usar todo o potencial do laser, pois você terá um resultado exclusivo e a fidelidade do seu paciente.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Seminário do Método de Termografia Infravermelha

Caro colega das saúde, venha prestigiar este evento para os inovadores.

Se você quiser saber como a termografia deve ser corretamente aplicada na saúde.

Conteúdo inédito que vai quebrar paradigmas sobre o Método de Termografia Infravermelha.

Com os melhores professores em suas áreas:

Eng. Attílio B. Veratti Termofuncional – Termonautas – ICON Tecnologia, Termografista Certificado Categoria 3 e Nível 3 com mais de 40 anos em termografia;

Fta. Paula Machado, Termografista Certificada Categoria 3 (única na saúde) com mais de 6 anos em termografia.

Tec. Gest. Qual. Luciene Ferreira com mais de 10 anos em metrologia.

Evento imperdível, garanta sua vaga agora.

Dor e analgesia – parte 7

A dor crônica sempre começa sutil, leve e esporádica e que vai aumentando com o tempo, chegando a ser limitante. Em geral, este tipo de lesão passa despercebido pelo paciente, até ela se tornar intensa e limitante.

Neste momento, a dor sempre vem acompanhada com grandes compensações, limitações e até lesão estabelecida.

É muito comum o paciente chegar com algum tipo de limitação de amplitude de movimento, por conta do tempo de compensação desta dor.
Isso causa, ao longo do tempo, tantas compensações que vai piorando ao longo do tempo e acaba por chegar com grandes disfunções.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombro que foi agudizando com o tempo, chegando ao ponto de ser limitante. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Com estas informações foi possível diagnosticar uma disfunção, guiando o tratamento inicial para diminuição da dor e ganho da amplitude de movimento.

Este é um exemplo comum de como o paciente chega na nossa clínica e estas formas de dor, crônica, sempre demoram muito para serem tratadas para retornar a plena funcionalidade.

Então, deve-se ficar muito atento as dores cíclicas, pois elas que acabam por desencadear as disfunções limitantes.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 7

Somente com o conhecimento do Método de termografia Infravermelha, quando corretamente aplicado, pode prover informações cruciais para o terapeuta e, muitas vezes, decisivas para um correto diagnóstico.

E, como dito em outros posts, o correto diagnóstico é quase 70% da assertividade no tratamento. Dito isso, a avaliação e o correto diagnóstico são a chave para um tratamento de sucesso.

E na termografia isso não é diferente, pois quando se usa corretamente método a informação coletada pode ser aquele fator que faltava para você acertar o diagnóstico. Portanto, o tratamento.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em região lombar após muitas horas de voo. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para localizar precisamente a disfunção para ela ser tratada com maior assertividade, diminuindo o tempo de terapia.
Este de fato, é de longo o maior produto da termografia para clínica: o gradiente.

Sem o olhar do gradiente, a termografia aplicada na saúde é falha.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Seminário do Método de Termografia Infravermelha na Saúde

Caros colegas da saúde, relembrando vocês que no dia 06/08/25 será o Seminário do Método de termografia Infravermelha na Saúde.

O intuito deste seminário é resumir os bastidores legais e científicos, os embates éticos e os visionários que ousaram enxergar além do visível — literalmente. Uma viagem no tempo que mostra como a febre da inovação, muitas vezes iniciada de forma mercadológica, pode reacender esperanças e transformar paradigmas na saúde moderna.

Mais do que um conteúdo, este seminário é um divisor de águas, pois ele revela como erroneamente o profissional da saúde é formado na termografia.

Isso porque, por durante décadas, a termografia foi mal interpretada, subestimada ou encaixada em moldes reducionistas de análises de temperaturas (termometria e termologia) que não faziam justiça ao seu verdadeiro potencial.

Por isso, muitos profissionais da saúde foram ensinados a vê-la apenas como uma imagem de temperaturas, um recurso complementar, sem profundidade diagnóstica real.

Felizmente, há inovação que corrige esta formação no Método de Termografia Infravermelha adaptado à saúde.

Este seminário visa transformar seu conhecimento ou curiosidade sobre a termografia, possivelmente equivocado, para a legalidade e para você “enxergar” o mundo com outros olhos, através do infravermelho.

Venha participar desta inovação, garanta sua vaga já!