A Clínica
Av. Lavandisca, 741 - Cj. 82 - Moema
Agende sua consulta
(11) 99425-8489
Horário
Segunda a Sábado: 08:00 - 20:00

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 7

A laserterapia é uma das técnicas com maior potencial terapêutico na fisioterapia. Entretanto, esse potencial depende diretamente da forma como ela é aplicada.
Muitos profissionais ainda utilizam protocolos simplificados: o conhecido 4 J/cm² tornou-se um padrão automático em diversas clínicas.

Esse modelo ignora a complexidade da interação da luz com o tecido, como: comprimento de onda, potência, densidade energética e tempo de aplicação influenciam a resposta celular.

Esses parâmetros determinam se haverá modulação inflamatória ou estímulo metabólico e sem compreender esses fatores, o profissional apenas aplica luz sem muito potencial.

Não necessariamente produz efeito terapêutico relevante e por isso muitos pacientes relatam que não tiverem absolutamente nenhuma melhora com o uso da laserterapia.

Por isso a laserterapia exige conhecimento técnico, pois quando corretamente aplicada, pode estimular metabolismo celular e favorecer processos regenerativos.
Somente o especialista em laserterapia consegue resultados regenerativos com a aplicação do laser.

Porque laser não é apenas equipamento é conhecimento aplicado à reabilitação.

#laserterapia #fisioterapia #reabilitação

Dor e analgesia – parte 7

A dor crônica raramente surge de forma abrupta porque, na maioria das vezes ela começa leve, esporádica e aparentemente sem importância.

O paciente tende a ignorar esses sinais iniciais, acreditando que desaparecerão sozinhos, mas com o tempo, pequenas compensações biomecânicas passam a se acumular.

Essas compensações sobrecarregam estruturas musculares e articulares e quando a dor finalmente se torna limitante, a disfunção já está instalada.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 55 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em joelho após muitos anos de desconforto após musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Essa análise foi determinante para o tratamento sem limitar a apenas reduzir sintomas porque, na fisioterapia, compreender o mecanismo que gerou a dor é fundamental.

A abordagem moderna busca identificar os fatores funcionais envolvidos e quando esses fatores são corrigidos, o prognóstico muda significativamente.

Dor não é apenas um sintoma, dor é uma resposta do organismo indicando desequilíbrio funcional.

Ignorar esse sinal pode transformar um problema simples em uma lesão crônica.

#dor #fisioterapia #reabilitação #diagnósticofuncional

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 7

O Método de Termografia Infravermelha revela informações que muitas vezes não aparecem em exames estruturais porque seu principal elemento é o gradiente térmico.

O gradiente revolucionou a engenharia porque revelou diversos comportamentos, pois a engenharia percebeu que: a temperatura mostra apenas um ponto, já o gradiente revela um comportamento e isso transformar a forma como interpretamos a função.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 42, anos, sem comorbidades e que apresentou dor aguda em ombro após musculação. A Análise Termofuncional alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Esse padrão indicou alteração metabólica associada à sobrecarga muscular e o gradiente revelou o vetor de dissipação térmica do tecido e essa informação estava coerente com o relato clínico e com a biomecânica apresentada.

Com base nessa análise foi possível direcionar a intervenção terapêutica.

Sem interpretação do gradiente, a termografia perde grande parte do seu valor clínico.

Gradiente não é apenas diferença térmica, o gradiente é informação funcional do tecido.

#termografia #termofuncional #fisioterapia #diagnósticofuncional