Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 4
Muitos colegas me perguntam qual câmera é usada na termografia, porém, essa não é a pergunta correta.
A pergunta certa é: qual método de análise o profissional domina para interpretar o gradiente térmico?
Pois, sem domínio do gradiente, a imagem vira apenas um mapa colorido.
Somente com o profissional com o correto conhecimento do Método de Termografia Infravermelha e da Técnica Termofuncional é capaz de determinar qual câmera, todos os parâmetros, procedimento e a forma correta de interpretação sendo capaz de usar estas informações de forma útil na clínica.
Isso porque o gradiente é o que revela a diversas formas e facetas de uma sobrecarga.
Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 38 anos, sem comorbidades e com relato de dor lombar aguda. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes o relato de dor clínica.
Nota-se que não foi necessário utilizar qualquer forma de análise quantitativa isolada, pois o correto conhecimento do Método de Termografia Infravermelha e procedimento da Termofuncional priorizam a leitura do gradiente.
Gradiente não se improvisa, pois o gradiente se interpreta de acordo com o conhecimento profundo do método e da técnica. Sem isso, a termografia é apenas um termômetro caro.
E quem faz a termografia é o termografista.
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