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Dor e analgesia – parte 8

A dor lombar crônica é causada por uma associação de fatores, sendo raramente apenas um fator.

Dito isso, quando tratamos a dor lombar crônicas, devemos englobar no tratamento o máximo de fatores contribuintes para a dor lombar. Pois sem isso, ela não cessa e muitas vezes até evolui para a piora.

A dor lombar é, na grande maioria das vezes, o que mais trás pacientes ao consultório.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 53 anos, sem comorbidades e que apresentou dor lombar após prática esportiva. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para entender os diversos processos de sobrecarga musculares, dentro de um quadro de dor lombar crônica.
Dito isso, contemplar toda uma terapia que faça a correção postural, correção biomecânica, reequilíbrio da musculatura, analgesia e anti-inflamatório é mandatório para dores lombares Crônicas.

Claro, tudo dentro de um programa terapêutico ao longo do tempo, porque toda inflamação ativa leva de um mês e maio a 3 meses (no mínimo) para sairmos da dor aguda.

Ter o conhecimento profundo da fisiopatologia é a chave para uma correta avaliação, e esta representa quase o melhor desfecho do tratamento.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 7

A inflamação aguda pode ocorrer por vários motivos, mas normalmente, ela é uma associação de fatores. Com exclusão claro do trauma agudo.

Isso porque, é necessária uma certa forma de desequilíbrio associado a sobrecarga, seja por repetição seja por peso (volume).

E este tipo de lesão é muito mais comum do que se imagina, especialmente quando não possuímos uma certa biomecânica para um tipo específico de movimento e ou quando não possuímos absolutamente nenhum preparo e realizamos um certo movimento em exagero (por repetição ou volume).

Como no termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 48 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombro após iniciar prática esportiva com raquete nos últimos 6 meses. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Este é um típico exemplo de despreparo muscular com repetição de movimento, desencadeando uma disfunção dolorosa, ou seja, uma inflamação ativa.

Estas lesões são complexas e difíceis de serem tratadas, mas deve-se iniciar imediatamente assim que a dor se apresentar para que a inflamação não evolua.

O segredo aqui e tratar o máximo de fatores contribuintes para que a inflamação ceda o mais rápido possível.

A inflamação ativa de longe é a maior causadora das dores limitantes e deve ser o foco do tratamento, antes mesmo de se pensar em iniciar a carga.

#inflamação #dor #fisioterapia

Seminário do Método de Termografia Infravermelha

Caro colega das saúde, venha prestigiar este evento para os inovadores.

Se você quiser saber como a termografia deve ser corretamente aplicada na saúde.

Conteúdo inédito que vai quebrar paradigmas sobre o Método de Termografia Infravermelha.

Com os melhores professores em suas áreas:

Eng. Attílio B. Veratti Termofuncional – Termonautas – ICON Tecnologia, Termografista Certificado Categoria 3 e Nível 3 com mais de 40 anos em termografia;

Fta. Paula Machado, Termografista Certificada Categoria 3 (única na saúde) com mais de 6 anos em termografia.

Tec. Gest. Qual. Luciene Ferreira com mais de 10 anos em metrologia.

Evento imperdível, garanta sua vaga agora.

Dor e analgesia – parte 7

A dor crônica sempre começa sutil, leve e esporádica e que vai aumentando com o tempo, chegando a ser limitante. Em geral, este tipo de lesão passa despercebido pelo paciente, até ela se tornar intensa e limitante.

Neste momento, a dor sempre vem acompanhada com grandes compensações, limitações e até lesão estabelecida.

É muito comum o paciente chegar com algum tipo de limitação de amplitude de movimento, por conta do tempo de compensação desta dor.
Isso causa, ao longo do tempo, tantas compensações que vai piorando ao longo do tempo e acaba por chegar com grandes disfunções.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombro que foi agudizando com o tempo, chegando ao ponto de ser limitante. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Com estas informações foi possível diagnosticar uma disfunção, guiando o tratamento inicial para diminuição da dor e ganho da amplitude de movimento.

Este é um exemplo comum de como o paciente chega na nossa clínica e estas formas de dor, crônica, sempre demoram muito para serem tratadas para retornar a plena funcionalidade.

Então, deve-se ficar muito atento as dores cíclicas, pois elas que acabam por desencadear as disfunções limitantes.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 7

Somente com o conhecimento do Método de termografia Infravermelha, quando corretamente aplicado, pode prover informações cruciais para o terapeuta e, muitas vezes, decisivas para um correto diagnóstico.

E, como dito em outros posts, o correto diagnóstico é quase 70% da assertividade no tratamento. Dito isso, a avaliação e o correto diagnóstico são a chave para um tratamento de sucesso.

E na termografia isso não é diferente, pois quando se usa corretamente método a informação coletada pode ser aquele fator que faltava para você acertar o diagnóstico. Portanto, o tratamento.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em região lombar após muitas horas de voo. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para localizar precisamente a disfunção para ela ser tratada com maior assertividade, diminuindo o tempo de terapia.
Este de fato, é de longo o maior produto da termografia para clínica: o gradiente.

Sem o olhar do gradiente, a termografia aplicada na saúde é falha.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Seminário do Método de Termografia Infravermelha na Saúde

Caros colegas da saúde, relembrando vocês que no dia 06/08/25 será o Seminário do Método de termografia Infravermelha na Saúde.

O intuito deste seminário é resumir os bastidores legais e científicos, os embates éticos e os visionários que ousaram enxergar além do visível — literalmente. Uma viagem no tempo que mostra como a febre da inovação, muitas vezes iniciada de forma mercadológica, pode reacender esperanças e transformar paradigmas na saúde moderna.

Mais do que um conteúdo, este seminário é um divisor de águas, pois ele revela como erroneamente o profissional da saúde é formado na termografia.

Isso porque, por durante décadas, a termografia foi mal interpretada, subestimada ou encaixada em moldes reducionistas de análises de temperaturas (termometria e termologia) que não faziam justiça ao seu verdadeiro potencial.

Por isso, muitos profissionais da saúde foram ensinados a vê-la apenas como uma imagem de temperaturas, um recurso complementar, sem profundidade diagnóstica real.

Felizmente, há inovação que corrige esta formação no Método de Termografia Infravermelha adaptado à saúde.

Este seminário visa transformar seu conhecimento ou curiosidade sobre a termografia, possivelmente equivocado, para a legalidade e para você “enxergar” o mundo com outros olhos, através do infravermelho.

Venha participar desta inovação, garanta sua vaga já!

Seminário do Método de Termografia infravermelha na Saúde – 06/08/25

Convidamos a todos que têm interesse em termografia na saúde para assistir nosso seminário sobre o Método de termografia na Saúde.

Venha saber uma pouca da história, desenvolvimento, leis, metrologia e aplicabilidade clínica.

Seminário gratuito voltado para profissionais da saúde.

Dia 06/08/25 às 19:30h, evento online.

venha garantir sua vaga pelo info@termofuncional.com.br

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 6

A laserterapia, existem muitos equipamentos que prometem soluções incríveis com a radiação infravermelha. Porém, a grande maioria se limita no tabu dos 4J/cm2 ou, quando muito, na fluência que gira em torno dos mesmos parâmetros do 4J/cm2.

Isso é um atraso para a laserterapia, porque estes protocolos foram feitos na década de 90 que refletem os estudos da década de 80.

Dito isso, os protocolos da laserterapia estagnaram no tempo, fixando-se no tabu dos 4J/cm2. No entanto, a laserterapia, quando corretamente aplicada, pode extrapolar e muito os parâmetros para se alcançar a regeneração celular.

Os estudos deveriam ter seguido este caminho, mas, infelizmente, não foi o que aconteceu.

Hoje a grande maioria dos fisioterapeutas apenas aplicam estes protocolos vencidos de forma automática e mal tem conhecimento dos princípios do laser e nem mesmo se o equipamento ainda funciona. Sim, temos isso também, a grande maioria nem calibra seu equipamento em anos, nem mesmo sabendo se ainda emitem ou quanto emitem de radiação.

A laserterapia exige sim muito conhecimento e estudos muito atuais, conhecimentos de física e matemática, antes mesmo de chegarmos na aplicação clínica e falarmos de fisiopatologia.

Tido isso, raros fisioterapeutas conseguem aplicar corretamente a laserterapia, abrindo muito o caminho do conhecimento.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 6

Na saúde, a termografia evoluiu exclusivamente através da experiência profissional do aplicador e sobre a base da termologia e termometria (escalas de temperaturas), um erro que custou a descrença dela até hoje.

Porém, nas áreas tecnológicas, a termografia evoluiu sobre ciências e normatização de procedimentos, colocando-a como um dos métodos com maior credibilidade e uso no ramo.

Se a área da saúde tivesse galgado os mesmos caminhos das tecnológicas, seria possível compreender que as análises qualitativas poderia ser, prioritariamente, o principal uso da termografia. E isso permitiria uma maior precisão do uso da termografia na saúde.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 40 anos, sem comorbidades e com relato de dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Não foi preciso absolutamente nenhuma análise quantitativa para entendermos como o comprometimento tecidual esta afligindo a região lombar do paciente.

As informações qualitativas, nestes tipos de caso, são mais que suficientes para responderem a dor do paciente e facilitar o diagnóstico do profissional, e este é o segredo do conhecimento profundo da termografia. Isso somente é possível quando o profissional possui o conhecimento profundo das ciências do Método de termografia Infravermelha.

Sem este conhecimento, a termografia está fada a seu uso como um simples termômetro e aplicada segundo a experiência do operador.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia 6

A dor é sempre uma sinalização do corpo avisando a nossa consciência que algo esta errado. Porém, tendemos a negligenciá-la até o ponto que uma lesão mais séria pode chegar a ser limitante.

Nestes casos, como a lesão é crônica, ela sempre aparece quando o tecido já apresenta sinais e sintomas que podem demorar a passar. E é neste momento que o paciente normalmente chega para ser tratado.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e com relato de dor em ombro esquerdo há mais de 3 meses piorando após treino de musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Este é um caso clássico de comprometimento tecidual crônico que foi agudizando e chegou ao ponto de limitar o paciente, seja pela dor ou pela disfunção.

Estas lesões poderiam ter sido tratadas adequadamente no seu início, quando elas são leves. Infelizmente, isso raramente acontece.

Assim, devemos sempre ter em mente que tratar as lesões em seu estágio mais leve, que pode aparecer muitos anos antes da dor limitante, pode evitar desta se agravar.

A fisioterapia passa pela fase preventiva onde ela atua diretamente nas sintomatologias consideradas leves, antes delas virarem lesões limitantes. Talvez este seja o maior impacto real da fisioterapia na vida das pessoas. Porém ela é a mais desprezada.

Ouça seu corpo, pois sua saúde é o único fator que de fato você pode mudar.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia