Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 5
Laserterapia é frequentemente reduzida a um protocolo simples: o famoso 4 J/cm² tornou-se quase um padrão automático.
Esse é um dos maiores equívocos da prática clínica, pois a interação da luz com o tecido depende de diversos fatores como: comprimento de onda, potência, densidade energética e tempo de aplicação determinam a resposta celular. Isso falando exclusivamente dos parâmetros do equipamento, sem contar outros fatores.
E sem compreender esses parâmetros, o profissional apenas emite luz, sem necessariamente promover modulação inflamatória ou regeneração tecidual.
Laserterapia exige conhecimento de biofísica, fisiologia e fisiopatologia e quando corretamente aplicada, pode estimular o metabolismo celular e favorecer processos regenerativos.
O diferencial da técnica não está apenas no equipamento, está no conhecimento do profissional que a utiliza e isso impacta diretamente no resultado do profissional.
A laserterapia, quando corretamente aplicada, não promove apenas analgesia, ela regenera o tecido.
Laser não é protocolo automático, laser é ciência aplicada à reabilitação.
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