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Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 1

O método de termografia infravermelha tem evoluído muito nos últimos 50 anos e tem nos ajudado a entender a beleza de se enxergar o espectro infravermelho.

Porém, nem tudo é tão simples só por ver uma imagem “colorida” na tela da câmera, como nesta imagem linda de uma xícara com água quente e outra fria. Esta imagem reflete bem a diferença de um gradiente térmico captado em um termograma, lindo por se dizer.

Em biociências, é mais complexo ainda, pois o gradiente térmico reflete inúmeras informações térmicas teciduais. Isso nos mostra como é importante uma habilitação adequada, uma formação que não seja um “conto do vigário”.

Sem uma formação adequada, você apenas enxergará uma imagem “colorida” e a sua análise será pobre: o “branco” ou “vermelho” é uma inflamação. Como muito tenho visto e ouvido.

Para ser um termografista, você deve saber USAR todo o potencial do método, ou seja, você deve ser um grande Sherlock:

“Elementar meu caro termografista, no termograma tudo é sobre os gradientes, pois eles que nos mostram a “digital” do que estamos procurando”. (Dra. Paula Machado)

Habilite-se e você passará a entender o que o tecido tem para lhe dizer.

Curso de Habilitação Termofuncional Nível 1

Fisioterapeuta, venha ter o poder de “enxergar” as alterações térmicas em tempo real, promovendo diagnósticos e resultados assertivos.

Temos o compromisso com a qualidade em nossos resultados, por isso somos pioneiros em termografia na fisioterapia.

Somos inquietos na busca constante de soluções para a saúde, por isso nascemos para revolucionar a fisioterapia.

Fisioterapeuta, estamos ao seu lado e queremos compartilhar o nosso conhecimento para empoderarmos juntos a profissão.

Com os melhores professores em termografia: Dra. Paula Machado e Eng. Attílio B. Veratti – Termonautas – ICON Tecnologia

Garanta já sua vaga e torne-se um termografista Termofuncional.

Pesquisar sempre, entender mais

Pesquisar faz parta da rotina dos profissionais, pois isso aumenta a capacidade de processamento de informações e a tomada de decisão terapêutica caso a caso.

Claramente isso permite uma maior inclusão de dados, facilitando o diagnóstico e o monitoramento da condição funcional do paciente em tratamento.

Uma das coisas que mais me estimulam, são as pesquisas, em vários assuntos e de várias formas.

Em tempos de pandemia ficam difíceis as pesquisas em grupo, mas nada tira do coração o desejo por pesquisa.

Nada é mais satisfatório do que compartilhar publicamente a sua “descoberta”, para que outros entendam mais. Tal como eu aprendo mais com cada compartilhamento de outros.

Este círculo vicioso é tão produtivo que nos permitiu chegar exatamente aonde estamos hoje.

Chegaremos lá novamente.

Até lá, o estudo é online e a saudade é crescente.

Disfunções tendíneas e como monitorá-las

As #disfunções tendineas mais comuns são conhecidas como #tendinites e elas são consequências diretas de uma #inflamação no tendão, em qualquer tendão do corpo.
Estas inflamações podem ser causadas, na maioria das vezes, por biomecânica errada e má postura associados ao movimento repetitivo e, algumas vezes, simplesmente pelo excesso de carga e/ou traumas. Dependendo do grau, chegam a impossibilitar o movimento e, geralmente elas são cíclicas (vem e vão), mas também podem se estabelecer e durar muito tempo, meses e anos.
A dor é diretamente dependente do nível da inflamação (disfunção micro), já a incapacidade motora reflete o dano tecidual (disfunção macro). Ambos nos dizem quão grave aquele processo inflamatório se encontra e o que temos que fazer para regenerá-lo.
O melhor resultado é focar em ambas as reabilitações: macro e micro. Pois se apenas devolvermos a função motora (macro), ainda teremos a disfunção tecidual (micro) e esta ficará oculta para eclodir oportunamente.
A melhor forma de monitorar esta regeneração é através da Técnica Termofuncional©®, pelo monitoramento da condição funcional©, associado à ressonância magnética anualmente.
Fisioterapeuta, venha conhecer esta técnica e reabilite o seu paciente de forma efetiva.

Dores nas costas, porque é difícil de tratar?

As dores nas costas são muito comuns e podem ter inúmeras causas.
Nos casos mais comuns e leves podem ter origem em apenas uma noite mal dormida e, nos casos mais graves, decorrentes de alguma lesão ou doença estabelecida implicando em muito cuidado e atenção.
Em geral, ela é originária da má postura e sobrecarga durante a vida toda, efeito de forma gradual e contínua, por isso a atividade laboral é uma das maiores causadoras deste problema.
Algumas situações como micro traumas contínuos, repetição errada de movimento e até sobrecarga de treinamento ou trauma podem gerar uma disfunção grave de coluna. Por isso deve-se ter o máximo de atenção no dia a dia.
Independente da causa, o efeito é o mesmo = DOR. Esta dor irá agravar a má postura e provocará um efeito em cascata de sobrecarga de movimento e piora da postura, gerando um contínuo de inflamação. Esta inflamação provocará mais dor e o paciente fica impossibilitado de sair deste ciclo vicioso, alterando entre melhora e piora até o seu total agravamento.
A solução é traçar um tratamento multifatorial: diminuir a inflamação (e consequentemente a dor), promover a melhora da mobilidade e elasticidade dos tecidos (e sua vascularização) e correção da biomecânica errada (com RPG e correção da biomecânica laboral e domiciliar).
A maior ferramenta para o fisioterapeuta acertar o local da dor, a carga terapêutica e a liberação de carga é a termografia infravermelha. Com ela é possível ver em tempo real a inflamação e ajustar a terapia de acordo com a necessidade do tecido e não o inverso.
Conheça esta nova técnica de imagenologia e sua aplicação terapêutica.
#saúde, #fisioterapia, #termografia, #termografiaclinica, #dor, #RPG

Outubro rosa e termografia infravermelha

Outubro rosa.

O Conselho Federal de Fisioterapia (COFFITO) auxilia e orienta como o fisioterapeuta promove estratégias de prevenção do câncer de mama.

O conhecimento das estratégias de promoção à saúde e prevenção da doença são as maiores ferramentas para o profissional e o paciente.

Uma das formas de monitoramento das disfunções na mama é a termografia infravermelha.

Porém ela não é a determinante para um diagnóstico, somente os exames de imagem, como o US, a Tomografia, entre outros. Ela é uma forma de monitoramento, dentre várias, apenas.

Faça exames de toque frequentemente e visite o seu ginecologista periodicamente (mais de uma vez ao ano), pois o diagnóstico precoce é o que vai fazer a diferença. Compartilhe o conhecimento, isso pode salvar vidas.

Fisioterapeuta, muito prazer, eu sou a Técnica Termofuncional.

#fisioterapia, #termografiainfravermelha, #saúde, #prevenção

Termografia infravermelha e gestantes

A segurança e a capacidade de captar as diversas informações térmicas com o uso do método de termografia infravermelha nos permite examinar casos delicados, como uma grávida em suas várias etapas da gestação. Uma vez que, nestes casos, temos inúmeras contra indicações de exames por imagem.

A Técnica Termofuncional permite ao fisioterapeuta verificar padrões térmicos que respondam aos relatos da paciente nesta fase, como dores na lombar, dores em quadris, alterações da musculatura pélvica, entre outros.

Colega fisioterapeuta, peça uma Avaliação Termofuncional a sua gestante, um método seguro e eficaz para a mamãe e o bebê.

Fisioterapeuta, muito prazer, eu sou a Técnica Termofuncional©®.

Detecção de pontos de gordura ou lipodistrofia ginoide

A lipodistrofia ginoide é conhecida como celulite e é caracterizada pelo depósito de gordura sob a pele e gera um aspecto de casca de laranja. Isso pode ser visto e detectado por termografia, o que facilita muito sua visão durante as diversas formas de terapias. Venha fazer um Exame Termofuncional©® e tenha o registro de seus pontos para facilitar seu tratamento.
Permite assim a prevenção, o monitoramento e o tratamento pontal desta disfunção.

O que é RPG?

Sabe-se que alterações e/ou disfunções posturais levam a inflamações, tendinites e até lesões, especialmente de coluna. Estas alterações podem levar anos, e até décadas, para se manifestarem e, o dano decorrente do mau uso do sistema músculo esquelético, se apresentará como dor. Estas disfunções posturais sempre foram um grande desafio, pois mudar a postura de um indivíduo era, até pouco tempo atrás, considerado algo impossível. Tudo isso foi possível porque a RPG foi elaborada com o objetivo de gerar novos estímulos na musculatura postural (aquela que nos fez ficar de pé quando somos bebê – tônus postural) para reorganização dos segmentos do corpo humano, principalmente a musculatura da coluna, eixo principal do corpo humano. Por ser a única técnica na área da saúde que possibilita a correção das retrações das cadeias musculares de forma global, torna-se, então, a técnica chave para modificarmos padrões posturais disfuncionais. Ao treinarmos a postura com a técnica RPG, iniciamos lentamente um novo modelo de postura no cérebro e, assim, conseguimos modificar os padrões posturais disfuncionais. Esta é, com certeza, a maior arma do fisioterapeuta para tratamento dos diversos tipos de disfunções de coluna.