A Clínica
Av. Lavandisca, 741 - Cj. 82 - Moema
Agende sua consulta
(11) 99425-8489
Horário
Segunda a Sábado: 08:00 - 20:00

Estado inflamatório e clínica – parte 7

A inflamação aguda pode ocorrer por vários motivos, mas normalmente, ela é uma associação de fatores. Com exclusão claro do trauma agudo.

Isso porque, é necessária uma certa forma de desequilíbrio associado a sobrecarga, seja por repetição seja por peso (volume).

E este tipo de lesão é muito mais comum do que se imagina, especialmente quando não possuímos uma certa biomecânica para um tipo específico de movimento e ou quando não possuímos absolutamente nenhum preparo e realizamos um certo movimento em exagero (por repetição ou volume).

Como no termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 48 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombro após iniciar prática esportiva com raquete nos últimos 6 meses. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Este é um típico exemplo de despreparo muscular com repetição de movimento, desencadeando uma disfunção dolorosa, ou seja, uma inflamação ativa.

Estas lesões são complexas e difíceis de serem tratadas, mas deve-se iniciar imediatamente assim que a dor se apresentar para que a inflamação não evolua.

O segredo aqui e tratar o máximo de fatores contribuintes para que a inflamação ceda o mais rápido possível.

A inflamação ativa de longe é a maior causadora das dores limitantes e deve ser o foco do tratamento, antes mesmo de se pensar em iniciar a carga.

#inflamação #dor #fisioterapia

Estado inflamatório e clínica – parte 7

A laserterapia é a melhor técnica na fisioterapia para tratar regenerativamente as lesões, pois é a única que tem potencial de fato regenerativo.

Infelizmente a graduação ensina muito pouco seu uso e acabam por limitar-se aos 4J/cm2.

Isso fez com que o profissional ficasse limitado a execução de um único protocolo, perdendo todo o potencial da técnica.

No entanto, para aqueles que estuda e aplicam corretamente a laserterapia, pode-se chegar a regeneração de muitas lesões.

Isso deveria, de longe, ser o foco da fisioterapia, pois chegaríamos a resultados incríveis, regenerativos e não apenas de analgesia. Claro, a analgesia já é um enorme ganho, poderem é uma forma de subutilizar esta técnica.

Dito isso, profissional fisioterapeuta, se você quer um diferencial na sua terapia, aprenda a usar todo o potencial do laser, pois você terá um resultado exclusivo e a fidelidade do seu paciente.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Seminário do Método de Termografia Infravermelha

Caro colega das saúde, venha prestigiar este evento para os inovadores.

Se você quiser saber como a termografia deve ser corretamente aplicada na saúde.

Conteúdo inédito que vai quebrar paradigmas sobre o Método de Termografia Infravermelha.

Com os melhores professores em suas áreas:

Eng. Attílio B. Veratti Termofuncional – Termonautas – ICON Tecnologia, Termografista Certificado Categoria 3 e Nível 3 com mais de 40 anos em termografia;

Fta. Paula Machado, Termografista Certificada Categoria 3 (única na saúde) com mais de 6 anos em termografia.

Tec. Gest. Qual. Luciene Ferreira com mais de 10 anos em metrologia.

Evento imperdível, garanta sua vaga agora.

Dor e analgesia – parte 7

A dor crônica sempre começa sutil, leve e esporádica e que vai aumentando com o tempo, chegando a ser limitante. Em geral, este tipo de lesão passa despercebido pelo paciente, até ela se tornar intensa e limitante.

Neste momento, a dor sempre vem acompanhada com grandes compensações, limitações e até lesão estabelecida.

É muito comum o paciente chegar com algum tipo de limitação de amplitude de movimento, por conta do tempo de compensação desta dor.
Isso causa, ao longo do tempo, tantas compensações que vai piorando ao longo do tempo e acaba por chegar com grandes disfunções.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombro que foi agudizando com o tempo, chegando ao ponto de ser limitante. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Com estas informações foi possível diagnosticar uma disfunção, guiando o tratamento inicial para diminuição da dor e ganho da amplitude de movimento.

Este é um exemplo comum de como o paciente chega na nossa clínica e estas formas de dor, crônica, sempre demoram muito para serem tratadas para retornar a plena funcionalidade.

Então, deve-se ficar muito atento as dores cíclicas, pois elas que acabam por desencadear as disfunções limitantes.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 7

Somente com o conhecimento do Método de termografia Infravermelha, quando corretamente aplicado, pode prover informações cruciais para o terapeuta e, muitas vezes, decisivas para um correto diagnóstico.

E, como dito em outros posts, o correto diagnóstico é quase 70% da assertividade no tratamento. Dito isso, a avaliação e o correto diagnóstico são a chave para um tratamento de sucesso.

E na termografia isso não é diferente, pois quando se usa corretamente método a informação coletada pode ser aquele fator que faltava para você acertar o diagnóstico. Portanto, o tratamento.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em região lombar após muitas horas de voo. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para localizar precisamente a disfunção para ela ser tratada com maior assertividade, diminuindo o tempo de terapia.
Este de fato, é de longo o maior produto da termografia para clínica: o gradiente.

Sem o olhar do gradiente, a termografia aplicada na saúde é falha.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 6

Na saúde, a termografia evoluiu exclusivamente através da experiência profissional do aplicador e sobre a base da termologia e termometria (escalas de temperaturas), um erro que custou a descrença dela até hoje.

Porém, nas áreas tecnológicas, a termografia evoluiu sobre ciências e normatização de procedimentos, colocando-a como um dos métodos com maior credibilidade e uso no ramo.

Se a área da saúde tivesse galgado os mesmos caminhos das tecnológicas, seria possível compreender que as análises qualitativas poderia ser, prioritariamente, o principal uso da termografia. E isso permitiria uma maior precisão do uso da termografia na saúde.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 40 anos, sem comorbidades e com relato de dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Não foi preciso absolutamente nenhuma análise quantitativa para entendermos como o comprometimento tecidual esta afligindo a região lombar do paciente.

As informações qualitativas, nestes tipos de caso, são mais que suficientes para responderem a dor do paciente e facilitar o diagnóstico do profissional, e este é o segredo do conhecimento profundo da termografia. Isso somente é possível quando o profissional possui o conhecimento profundo das ciências do Método de termografia Infravermelha.

Sem este conhecimento, a termografia está fada a seu uso como um simples termômetro e aplicada segundo a experiência do operador.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia 6

A dor é sempre uma sinalização do corpo avisando a nossa consciência que algo esta errado. Porém, tendemos a negligenciá-la até o ponto que uma lesão mais séria pode chegar a ser limitante.

Nestes casos, como a lesão é crônica, ela sempre aparece quando o tecido já apresenta sinais e sintomas que podem demorar a passar. E é neste momento que o paciente normalmente chega para ser tratado.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e com relato de dor em ombro esquerdo há mais de 3 meses piorando após treino de musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Este é um caso clássico de comprometimento tecidual crônico que foi agudizando e chegou ao ponto de limitar o paciente, seja pela dor ou pela disfunção.

Estas lesões poderiam ter sido tratadas adequadamente no seu início, quando elas são leves. Infelizmente, isso raramente acontece.

Assim, devemos sempre ter em mente que tratar as lesões em seu estágio mais leve, que pode aparecer muitos anos antes da dor limitante, pode evitar desta se agravar.

A fisioterapia passa pela fase preventiva onde ela atua diretamente nas sintomatologias consideradas leves, antes delas virarem lesões limitantes. Talvez este seja o maior impacto real da fisioterapia na vida das pessoas. Porém ela é a mais desprezada.

Ouça seu corpo, pois sua saúde é o único fator que de fato você pode mudar.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Sobre gradientes e suas peculiaridades 2

O gradiente, de longe, é a forma mais eficaz de análise termográfica que se pode fazer, desde as exatas até as biociências. Um exemplo disso foi caso em que eu mesma usei a termografia para responder a minha dor.

Realizei há 2 anos atrás uma cirurgia de endometriose com retirada de um foco de mais de 2,8 cm de endometrioma no ovário direito e retirada do próprio ovário direito. Eu passei a sentir dores nas costas após a cirurgia e imaginei que a cicatrização, por conta da retirada da endometriose, causaria alguma forma de retração de tecidos. Comecei então a tratar o tecido com vários métodos e técnicas para o caso. Porém, ainda assim a dor não cessava e, muitas vezes, piorava.

Solicitei então uma Ressonância Magnética (07/24) de pelve que revelou:
“Espessamento retrátil retrocervical à direita, estendendo-se ao longo do ligamento uterossacro e largo do mesmo lado e mantendo contato com a fossa ovariana direita, com tênues focos hemáticos. Mede cerca de 1,4 x 0,9 cm. Tais achados podem representar alterações cirúrgicas, não sendo possível afastar a possibilidade de eventual foco residual de endometriose.”

Apesar dos resultados da Ressonância responderem que existia uma cicatrização, esta não conseguiu revelar como a cicatriz estava causando esta disfunção na lombar, pois a cicatrização era no local do endometrioma. Resolvi captar uma imagem eu mesma no consultório (20/01/25) e, por isso, já peço desculpas pela falta de qualidade na captação da imagem.

Para minha surpresa, a imagem captada no termograma revelaria uma força tênsil de contração da cicatriz que respondia exatamente o porquê da minha dor = disfunção. Isso porque o gradiente não demonstrou um vetor de forças correspondente a uma compressão nervosa ou inflamação na coluna de alguma forma, mas sim uma forma de tesão exercida no quadrado lombar e psoas maior direitos, gerando inclusive estresse metabólico e, consequentemente, dor muscular.

Este é um exemplo exatamente do porque a análise termográfica deve ser feita com critérios baseados inicialmente no gradiente, muito antes de se pensar em temperaturas.

Tal como nas exatas, a temperatura só é avaliada quando outros fatores de anomalias já demonstram risco, principalmente o gradiente.

Por isso, quem realmente tem o conhecimento da termografia, faz uso do gradiente rotineiramente.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia – parte 2

A dor pode ser decorrente de esforços repetitivos, oriundos ou não de problemas pré-existentes. A promoção da analgesia neste caso se faz prioritária, para que esta nova lesão não se estabeleça.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 41 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em joelho esquerdo após caminha longa (mais de 2 horas) com calçado para caminhada (rasteirinha) em um dia muito quente. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

No exemplo acima, fez-se necessário e urgente a analgesia e a promoção da ação anti-inflamatória para, posteriormente, conseguirmos incrementar a carga.

Situações assim são bem rotineiras na clínica e muitas vezes não são levadas a sério, pelo menos não no momento imediato do relato de dor. Isso provoca uma estabilização da inflamação e lesão, gerando problemas funcionais a médio prazo.

Dito isso, a reabilitação passa necessariamente por lesões rotineiras, do dia a dia, que o paciente nem sabe que provoca. Porém, se não for dada a devida atenção no início desta, esta inflamação pode gerar grandes disfunções posteriormente, dificultando e muito os resultados da reabilitação.

Assim, ouvir o relato de dor e avaliar de forma detectar estas alterações no início é a chave para a evitarmos novas disfunções e lesões futuramente.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e regeneração – parte 1

Saber analisar o início de uma inflamação é um momento perfeito para a terapia. No entanto, é muito difícil conseguirmos este momento, seja porque o paciente não segue a orientação de realização de exames, seja por despreparo do terapeuta.

Uma forma rápida e em tempo real de se fazer isso é através do uso da termografia na clínica, que nos permite ver as diversas alterações em tempo real.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 38 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em região torácica. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Esta análise permitiu o tratamento imediato da disfunção, dando tempo e motivação ao paciente buscar exames de imagem complementares.

Este método permite ao terapeuta elaborar melhor seus procedimentos e acompanhar a evolução do tratamento até o término do diagnóstico.

Assim, quanto antes iniciarmos a terapêutica no início da disfunção, maiores as chances de conseguirmos um desfecho favorável para a reabilitação, tanto no aspecto de analgesia quanto na funcionalidade.

Dito isso, devemos sempre ficar atentos aos relatos do paciente, pois o início de uma lesão poderá ser tratada imediatamente, impedindo sua evolução.

Isso faz com que você ganhe adesão ao tratamento e fidelidade do seu paciente.

#inflamação #dor #fisioterapia