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Dor e analgesia – parte 1

Muitas vezes os pacientes acreditam que uma lesão só é decorrente de grandes traumas ou alguma carga exagerada e não percebem que a repetição do dia a dia também pode ocasionar uma lesão. Isso porque, em geral, estas lesões demoram muito para aparecer, pois são fruto de uma biomecânica errada aplicada repetidamente por muito tempo.

Estas lesões são as mais difíceis de serem tratadas, pois elas são condicionadas ao uso cotidiano da ocupação, sendo muito difícil sua correção. Somado a isso, ainda está o fator da intensidade da lesão, que muitas vezes chega apenas em graus mais avançados.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente, do sexo feminino, 43 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em mão e punho por conta da ocupação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Esta lesão, em particular, vinha de muito tempo e foi se agravando, chegando ao ponto do paciente não conseguir pegar um copo e acordar durante o sono.

É preciso ter ciência que, dores frequentes, mesmo leves, é sinal de um problema. Em geral estas lesões se agravam muito rápido, se tornando uma lesão crônica agudizada.

Estes demoram para conseguirmos chegar a analgesia, demandando muito monitoramento das condições do paciente e verificando constantemente se há melhora ou não do quadro.

Saber escolher a técnica analgésica ajuda no início, mas o segredo é programa abrangente, que deve corrigir desde a biomecânica, postura e posto de trabalho. Sem isso, a analgesia é temporária e acabamos por perder para a dor.

A dor crônica é sempre sindrômica.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 1

Muitas pessoas me perguntam qual câmera eu uso em minhas análises, porém esta não é a pergunta correta.

A pergunta correta é: Qual o procedimento termográfico que você usa?

Dito isso, o procedimento do operador é que faz a diferença na captação, processamento de imagem e na análise dos resultados. Isso porque quem faz a termografia não é a câmera, mas o termografista.

E este é exatamente o problema na saúde, os profissionais que exercem a termografia são formados na experiência profissional do operador, sem um procedimento definido até hoje. Muito menos em conformidade com as normas obrigatórias para o uso da termografia.

Um exemplo simples sobre isso pode ser representado quando vamos realizar um exame de imagem. Seja ele qual for, (RX, RNM, US, TOMO) você não pergunta ao técnico e ao radiologista qual equipamento ele usa. Você entende que, minimamente, este profissional é qualificado, certificado e o laboratório de imagem usa algum procedimento validado.

Este deveria ser, minimamente, o mesmo modelo e entendimento no uso da termografia. O que não acontece, e por isso, erroneamente, sempre me perguntam qual equipamento eu uso.

Ademais, na saúde, o uso clínico da termografia deveria ser prioritariamente através de análises qualitativas.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 40 anos, sem comorbidades e que apresentou dor lombar após um período intenso de trabalho. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Não foi necessário realizar análises qualitativas (temperaturas), pois o procedimento da Termofuncional determina o uso prioritário do gradiente. Para casos específicos que estão contemplados no procedimento (apenas avaliativo) que fazemos uso de análises quantitativas, mas este conhecimento só se sabe quem de fato é um termografista certificado.

Ah, o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 12

Na clínica, alguns casos simples de inflamação podem evoluir para um problema mais severo, dependendo do caso, da extensão da lesão e da solicitação do local.

Este tipo de problema tende a evoluir com muita rapidez e facilidade, atrapalhando a reabilitação do paciente. Assim, quando uma intercorrência acontece no meio de um processo de reabilitação, deve ser rapidamente corrida, para que esta nova lesão não se agrave.

Como no caso dos termogramas abaixo de um paciente do sexo masculino, 43 anos, sem comorbidades, em acompanhamento de reabilitação de ombro e que apresentou dor em mão esquerda há 1 semana após esforço com cordas. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações mostraram que o paciente tinha acabado de gerar uma nova lesão em mão e que, mesmo sendo leve, estava se agravando com o tempo. Tornando-se imediatamente necessário a resolução deste.

Dito isso, o aparecimento, a intensidade e extensão da inflamação são marcadores de risco que o fisioterapeuta e ele deve sempre estar atento para corrigi-los ou evitá-los.

A inflamação somente é nossa aliada quando podemos induzi-la à regeneração, do contrário, ela será um grande problema.

#inflamação #dor #fisioterapia

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 12

Quando a laserterapia é aplicada corretamente, ela é capaz de induzir a regeneração gerando uma cicatrização funcional.

Isso facilita e antecipa muito o processo de reabilitação, pois permite liberar a aplicação de cargas de forma segura.

Porém, uma das limitações da laserterapia é a espessura do feixe emissor de laser. Por ser menor que 0,5 cm de diâmetro, é extremamente difícil acertarmos exatamente o ponto da lesão para que a radiação seja completamente absorvida.

Isso faz com que precisemos de muitas, mas muitas aplicações de laser para tentarmos acertar os pontos certos da lesão. Além claro, de ofertarmos a dose terapêutica exata para a indução à regeneração.

Existem várias formas de tentarmos contornar estas dificuldades, como solicitarmos uma Ressonância Nuclear Magnética para termos mais informações anatômicas para a precisa aplicação do feixe do laser.

Outra forma é tentarmos Termoguiar a aplicação da laserterapia.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombro direito após atividade física. Usando-se a técnica Termoguiada da Termofuncional, foi possível a aplicação da laserterapia exatamente nos pontos de dor do paciente.

Este termograma mostra claramente como Termoguiar a laserterapia e isso pode nos ajudar e muito na aplicação mais precisa da laserterapia.

Esta técnica aumenta e muito a eficácia do tratamento, garantindo que, minimamente, estamos acertando os pontos de dor do paciente. Agora, acertar a lesão demanda muito conhecimento de anatomia e estudos de biomecânica.

Somente assim para alcançarmos resultados regerativos.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Agradecimento do Crefito 3

Recebemos com muita satisfação o ofício abaixo agradecendo as contribuições feitas ao CREFITO 3.

Retornamos com agradecimento ao CREFITO 3 e, em especial, pela pessoa do Dr. Raphael Ferris por nos receber de forma tão profissional e acessível.

Este contato retornou projetos de crescimento, valorização e empoderamento da profissão e do profissional.

Isto posto, em sua nova gestão, renovo votos de constante contribuições para a profissão e os profissionais repleto de profissionalismo, empoderamento e inovação para o crescimento dos nosso.

Ademais, desejamos boas festas e que 2025 venha com grandes realizações.

Dra. Paula Machado e Eng. Attílio B. Veratti Termofuncional – Termonautas – ICON Tecnologia

Sobre gradientes e análise termográfica – parte 12

Usar a termografia apenas como um termômetro é muito simples e fácil, errôneo, mas fácil. Porém ter conhecimento do método vai muito além de usar temperaturas.

Além disso, até pouco tempo atrás nenhuma forma de uso da termografia na saúde foi realmente eficaz em seu uso clínico, como acontece normalmente na área tecnológica.

Nas tecnológicas, a termografia é usada rotineiramente em inspeções e no monitoramento da condição, dia a dia, com o conhecimento e protocolos muito bem estabelecidos e reprodutíveis.

Porém, como na saúde se limitarem exclusivamente ao uso da temperatura, a termografia caiu em desuso e na descrença de que é realmente um método eficaz.

Hoje, com o conhecimento e reconhecimento da Técnica Termofuncional, trazemos o conhecimento e uso das tecnológicas para a saúde, permitindo o uso da termografia corriqueiramente na clínica.

Como no caso dos termogramas abaixo de uma mulher, 71 anos, sem comorbidades que e sofreu trauma em 5º dedo do pé com relato de muita dor. Foi realizado uma captação de imagens e detectado alterações condizentes com o relato de dor.

Este conhecimento, sem precisar passar pelas temperaturas, permite a tomada de decisão muito mais precisa, como se faz nas tecnológicas.

Sem isso, estamos apenas usando um método extraordinário como apenas um termômetro. Somente aprendendo com a Termofuncional você pode entender que antes do uso correto da termografia você era “cego”.

Ah, o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia – parte 12

A dor crônica provoca uma cascata de eventos no corpo e quando ela persiste por muito tempo, pode chegar a estabelecer um padrão postural de dor.

Isso dificulta e atrasa e muito o processo de reabilitação, aumentando o círculo vicio de dor-sobrecarga-dor. Quando finalmente rompemos este ciclo e colocamos o paciente em atividade, nossa maior preocupação é a volta deste ciclo.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 41 anos, sem comorbidades, em processo de reabilitação de dor lombar e que apresentou dor em região lombar após treino de musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Imediatamente foi tratado estes achados para que o processo crônico de dor não iniciasse uma nova postura reflexa a dor. Isso possibilitou retornar ao processo de reabilitação sem mais intercorrências e a correção da atividade física, impedindo novas lesões.

Isso somente foi possível, neste caso, porque o gradiente nos mostra como os metabolismos revelam as forças de tensão.

Como dito antes: “o vetor é um gráfico de forças”. Portanto, somente o gradiente revela o que pode estar acontecendo.

O tratamento preventivo também passa pela reabilitação e somente com conhecimento amplo da dor e dos processos de analgesia é que podemos impedir que novas intercorrências se agravem.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 11

Na fisioterapia quando temos a chance de tratar as lesões leves é uma raridade, pois a grande maioria dos pacientes não chega ao consultório nestes casos. Porém, quando as lesões leves não são tratadas ou devidamente tratadas, elas podem e vão evoluir para lesões crônicos, podendo até a chegar a ficarem severas.

Dito isso, quando temos a oportunidade de tratar uma lesão leve do início é algo fantástico, pois conseguimos evitar o agravamento destes casos.

Como no caso da sequência de termogramas abaixo de uma paciente do sexo feminino, 52 anos, sem comorbidades e que sofreu uma entorse do dorso do pé e ante pé há 3 dias, sem a dor cessar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações mostraram que, mesmo sendo uma lesão leve, por constante sobrecarga imposta ao pé, ela estava se agravando.

Assim, a intervenção terapêutica deveria ser imediata, diminuindo a evolução da lesão e trazendo a paciente para a funcionalidade.

Este é um típico exemplo de como tratar precocemente os casos de lesões leves torna-se um fator muito importante para que estas lesões não evoluam, permitindo assim a completa regeneração e funcionalidade do tecido.

A inflamação e a regeneração andam de mãos dadas. Isso porque o início da inflamação determina diretamente o desfecho do processo e, se devidamente e precocemente tratadas, poderemos induzir o desfecho para a regeneração.

Sem isso, e perdemos este momento de desfecho regenerativo, permitirmos o início da reparação e inflamação crônica, promovendo um tecido disfuncional.

#inflamação #dor #fisioterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 11

A vantagem de se ter a correta formação na termografia é saber captar e interpretar as imagens térmicas, associá-lo ou não as diversas disfunções e conhecer as limitações do Método de Termografia Infravermelha na clínica.

Por isso, apenas fazer uso da termografia como um termómetro não lhe ajuda em nada clinicamente, mas somente ela se torna útil quando a termografia realmente é usada para detectar informações que podem fazer a diferença no seu diagnóstico.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 39anos, sem comorbidades e que apresentou dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Veja como não é preciso analisar quantitativamente (temperaturas) a imagem termográfica para, com o correto conhecimento, saber interpretar as informações da termografia. Tendo-se um procedimento devidamente sistematizado e organizado para seu uso na clínica, é possível associar os achados termográficos as diversas disfunções, e até associá-lo com o relato de dor.

O uso completo da termografia passa primeiramente, e quase exclusivamente na clínica, pela análise qualitativa (gradiente) e sua associação (estudos) ao conhecimento cinéticofuncionais e fisiopatológicos.

Sem a associação do método as necessidades da prática clínica (as ciências envolvidas), a termografia cai em desuso, e isso acontece muito na área da saúde.

Por isso o pleno conhecimento do método é fundamental para se ter e fazer uso rotineiro da termografia, como acontece nas áreas de engenharias e tecnológicas.

Portanto, se você realmente quiser fazer uso deste método, somente passando por todo o conhecimento da termografia e, que neste caso, passa pelo conhecimento do gradiente.

Ah, o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia