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Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 2

Laserterapia não é sair aplicando 4 J/cm² e esperar um milagre e esse reducionismo é o que mais descredibiliza uma das técnicas com maior potencial regenerativo da fisioterapia.

A laserterapia é biofísica aplicada à clínica e exige domínio de comprimento de onda, potência real, densidade de energia, tempo, tecido-alvo, fase inflamatória, profundidade e resposta biológica esperada. Sem isso, não há regeneração, há apenas emissão de luz.

Radiação terapêutica só funciona quando o profissional entende como a luz interage com a célula, como ativa vias metabólicas, modula inflamação e estimula reparo tecidual. Isso porque um protocolo genérico não induz regeneração. Conhecimento, sim.

Em um caso clínico de entorse de ombro, a correta aplicação da laserterapia permitiu induzir processos regenerativos, respeitando a biologia do tecido e o tempo de resposta celular. Não se promete regenerar, mas promete-se induzir e quem define o quanto regenera é o organismo, não o terapeuta.

A regeneração é multifatorial e depende diretamente da adesão do paciente. Sem repouso, controle de carga e seguimento terapêutico, o laser não compensa erro mecânico nem sobrecarga funcional.

Laserterapia é uma via de mão dupla: técnica + conduta clínica.

Quando bem aplicada, transforma prognóstico. Quando banalizada, vira placebo luminoso.

#laserterapia #fisioterapia #reabilitação #regeneraçãotecidual #dor #terapiaporluz

Dor e analgesia – parte 2

Muitos pacientes passam anos sendo ouvidos, mas não diagnosticados. Nestes casos, a dor é relatada, registrada, tratada, porém nunca localizada funcionalmente.

O resultado? Analgesia temporária, frustração clínica e cronificação silenciosa. O caso abaixo expõe essa falha do modelo tradicional.

O termograma abaixo é de uma paciente do sexo feminino, 42 anos, com comorbidades, convivendo com dor lombar há mais de uma década, sem diagnóstico conclusivo, apesar de múltiplas condutas.

Com o Exame Termofuncional, a história mudou, pois foram identificadas assimetrias térmicas e padrões compatíveis com disfunção lombossacra crônica, totalmente coerentes com o relato álgico, a biomecânica e a história funcional da paciente.

A dor deixou de ser “subjetiva” e passou a ser mensurável, documentada e rastreável. A partir disso, foi possível estruturar um programa terapêutico preciso, individualizado e monitorável, com critérios técnicos claros e segurança assistencial.

Para o fisioterapeuta, a Técnica Termofuncional representa mudança de nível clínico: mais assertividade, melhor tomada de decisão, prontuários mais robustos e menor risco de subdiagnóstico.

Para o paciente, significa ser avaliado por quem sabe transformar dor em dado clínico e dado clínico em conduta eficaz.

Dor ignorada cronifica, a dor mal avaliada retorna e a dor bem analisada muda o prognóstico.

A dor crônica é sempre sindrômica.

#fisioterapia #termofuncional #termografia #dorcrônica #reabilitação #diagnósticofuncional

Dor e analgesia – parte 9

A dor crônica é um grande desafio, isso porque, em sua grande maioria das vezes, o paciente não conclui todo o programa de reabilitação, parando quando a dor cessa.

Porém, a dor aguda acontece quando a inflamação está numa intensidade alta e, quando esta consegue ser levemente baixada, esta dor cessa. No entanto, uma grande quantidade de inflamação ainda permanece podendo ser iniciada novamente por qualquer motivo.

Por isso temos muitos relatos de pacientes que afirmam que a dor “vai e volta”, justamente pelo motivo citado acima.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 42 anos, sem comorbidades e com histórico de dores cíclicas nos joelhos apresentou agudização da dor em lateral de joelho esquerdo após caminhar mais de 2 horas. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Dito isso, a reabilitação deve passar pela fase de tratamento da inflamação crônica, onde o paciente encontra-se assintomático, porém com alto índice de inflamação local, podendo ser comprovado por Gold Standart com ressonância magnética. Assim como orientar o paciente a tratar esta fase de forma a melhorar as estruturas envolvidas.

Dito isso, passar pela reabilitação estrutural e preventiva é mandatória para evitar a recidiva de agudizações de casos crônicos, como mostrado no termograma.

Neste cenário, o profissional tem que ter em mente uma reabilitação plena, até a volta ou início de uma prática esportiva. Sem isso, teremos novamente novos eventos de dor aguda em lesões crônicas.

Isso que faz a diferença entre programas de reabilitação e na solução e prevenção na dor do paciente.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 8

Constantemente tenho visto profissionais que fazem uso da laserterapia “presos” no protocolo de 4J/cm2.

Isso é altamente frustrante, pois, para quem não tem conhecimento, este foi o primeiro achado com um certo resultado na laserterapia na década de 90. E olha que nem vou entrar no mérito se o trabalho era metodologicamente razoável ou não cientificamente.

Dito isso, este protocolo esta, de longe, muito ultrapassado, limitando os resultados da laserterapia.

Se você, profissional da saúde que faz uso da laserterapia e quer ter resultados realmente regenerativos com a laserterapia, estude e veja que este 4J/cm2 virou um tabu comercial.

Existe um universo de possibilidades terapêuticas com resultados palpáveis com o uso da laserterapia, quando se quer ter resultados regenerativos.

Então, convido você, caro colega, a estudar além do tabu e descubra resultados concretos, baseado em trabalhos mais atuais. Isso sem mencionar cálculos de dosimetria muito mais precisos que passam longe do tabu.

Para aqueles que se interessam, convido estudar e aplicar a laserterapia além do tabu.

A laserterapia de longe é a nossa maior arma regenerativa, quando corretamente aplicada.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Estado inflamatório e clínica – parte 8

A inflamação crônica é a mais difícil de se diagnosticar e, muitas vezes, detectar. Isso acontece porque nosso corpo tem a capacidade de suportar dores por longos períodos de tempo, até ela agudizar.

No momento que a inflamação fica ativa (agudizada), fica mais fácil determinarmos o diagnóstico.

Porém, na grande maioria das vezes, os pacientes que chegam na clínica com dores crônicas não têm exames de imagens para avaliarmos mais precisamente. Pior, não lembram o início desta dor.

Neste momento, ter técnicas que podem detectar e determinar a disfunção tornam-se fundamentais para um diferencial terapêutico.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 50 anos, sem comorbidade e que relatou dor lombar crônica que, à vezes, se estende para o glúteo. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para determinar uma síndrome compressiva e convencer o paciente a realizar um exame de imagem para determinar precisamente o tratamento.

Situações assim são muito comuns na clínica e ter este diferencial na palma da mão e em tempo real fazem toda a diferença.

Além, claro de permitir já o início do tratamento enquanto o paciente ainda busca o exame de imagem, o que pode demorar muito na maioria dos casos.

Conhecer a inflamação e as técnicas de detecção da mesma são fundamentais para uma terapia com resultados mensuráveis. Somente assim saímos da “execução” para o “programa terapêutico”.

#inflamação #dor #fisioterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 8

O conhecimento da fisiopatologia e das disfunções musculoesqueléticas são fundamentais para tratar as diversas dores encontradas na clínica.

Isso porque, muitas vezes o paciente chega sem resultados de exames conclusivos, mas com dores intensas relatadas.

Nestas horas, ter o conhecimento de técnicas capazes de detectar estas disfunções e saber interpretar os dados é primordial para se ter resultados diferenciados.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 40 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em cervical. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para diagnosticar sobrecargas apresentadas pelo paciente, que respondeu a dor crônica dele.

Além disso, torna-se possível elaborar um programa terapêutico condizente com a disfunção do paciente, totalmente personalizado e acompanhar a evolução do caso.

Termografia não serve apenas para tirar uma imagem para postar no Instagram, ela deve ser usada constantemente e com propriedade, fazendo diferença na terapia do profissional.

Isso só é possível quando se tem o conhecimento profundo do método.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia – parte 8

A dor lombar crônica é causada por uma associação de fatores, sendo raramente apenas um fator.

Dito isso, quando tratamos a dor lombar crônicas, devemos englobar no tratamento o máximo de fatores contribuintes para a dor lombar. Pois sem isso, ela não cessa e muitas vezes até evolui para a piora.

A dor lombar é, na grande maioria das vezes, o que mais trás pacientes ao consultório.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 53 anos, sem comorbidades e que apresentou dor lombar após prática esportiva. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para entender os diversos processos de sobrecarga musculares, dentro de um quadro de dor lombar crônica.
Dito isso, contemplar toda uma terapia que faça a correção postural, correção biomecânica, reequilíbrio da musculatura, analgesia e anti-inflamatório é mandatório para dores lombares Crônicas.

Claro, tudo dentro de um programa terapêutico ao longo do tempo, porque toda inflamação ativa leva de um mês e maio a 3 meses (no mínimo) para sairmos da dor aguda.

Ter o conhecimento profundo da fisiopatologia é a chave para uma correta avaliação, e esta representa quase o melhor desfecho do tratamento.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 7

A inflamação aguda pode ocorrer por vários motivos, mas normalmente, ela é uma associação de fatores. Com exclusão claro do trauma agudo.

Isso porque, é necessária uma certa forma de desequilíbrio associado a sobrecarga, seja por repetição seja por peso (volume).

E este tipo de lesão é muito mais comum do que se imagina, especialmente quando não possuímos uma certa biomecânica para um tipo específico de movimento e ou quando não possuímos absolutamente nenhum preparo e realizamos um certo movimento em exagero (por repetição ou volume).

Como no termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 48 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombro após iniciar prática esportiva com raquete nos últimos 6 meses. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Este é um típico exemplo de despreparo muscular com repetição de movimento, desencadeando uma disfunção dolorosa, ou seja, uma inflamação ativa.

Estas lesões são complexas e difíceis de serem tratadas, mas deve-se iniciar imediatamente assim que a dor se apresentar para que a inflamação não evolua.

O segredo aqui e tratar o máximo de fatores contribuintes para que a inflamação ceda o mais rápido possível.

A inflamação ativa de longe é a maior causadora das dores limitantes e deve ser o foco do tratamento, antes mesmo de se pensar em iniciar a carga.

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Dor e analgesia – parte 7

A dor crônica sempre começa sutil, leve e esporádica e que vai aumentando com o tempo, chegando a ser limitante. Em geral, este tipo de lesão passa despercebido pelo paciente, até ela se tornar intensa e limitante.

Neste momento, a dor sempre vem acompanhada com grandes compensações, limitações e até lesão estabelecida.

É muito comum o paciente chegar com algum tipo de limitação de amplitude de movimento, por conta do tempo de compensação desta dor.
Isso causa, ao longo do tempo, tantas compensações que vai piorando ao longo do tempo e acaba por chegar com grandes disfunções.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombro que foi agudizando com o tempo, chegando ao ponto de ser limitante. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Com estas informações foi possível diagnosticar uma disfunção, guiando o tratamento inicial para diminuição da dor e ganho da amplitude de movimento.

Este é um exemplo comum de como o paciente chega na nossa clínica e estas formas de dor, crônica, sempre demoram muito para serem tratadas para retornar a plena funcionalidade.

Então, deve-se ficar muito atento as dores cíclicas, pois elas que acabam por desencadear as disfunções limitantes.

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