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Seminário do Método de Termografia Infravermelha

Caro colega das saúde, venha prestigiar este evento para os inovadores.

Se você quiser saber como a termografia deve ser corretamente aplicada na saúde.

Conteúdo inédito que vai quebrar paradigmas sobre o Método de Termografia Infravermelha.

Com os melhores professores em suas áreas:

Eng. Attílio B. Veratti Termofuncional – Termonautas – ICON Tecnologia, Termografista Certificado Categoria 3 e Nível 3 com mais de 40 anos em termografia;

Fta. Paula Machado, Termografista Certificada Categoria 3 (única na saúde) com mais de 6 anos em termografia.

Tec. Gest. Qual. Luciene Ferreira com mais de 10 anos em metrologia.

Evento imperdível, garanta sua vaga agora.

Dor e analgesia – parte 7

A dor crônica sempre começa sutil, leve e esporádica e que vai aumentando com o tempo, chegando a ser limitante. Em geral, este tipo de lesão passa despercebido pelo paciente, até ela se tornar intensa e limitante.

Neste momento, a dor sempre vem acompanhada com grandes compensações, limitações e até lesão estabelecida.

É muito comum o paciente chegar com algum tipo de limitação de amplitude de movimento, por conta do tempo de compensação desta dor.
Isso causa, ao longo do tempo, tantas compensações que vai piorando ao longo do tempo e acaba por chegar com grandes disfunções.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombro que foi agudizando com o tempo, chegando ao ponto de ser limitante. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Com estas informações foi possível diagnosticar uma disfunção, guiando o tratamento inicial para diminuição da dor e ganho da amplitude de movimento.

Este é um exemplo comum de como o paciente chega na nossa clínica e estas formas de dor, crônica, sempre demoram muito para serem tratadas para retornar a plena funcionalidade.

Então, deve-se ficar muito atento as dores cíclicas, pois elas que acabam por desencadear as disfunções limitantes.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 7

Somente com o conhecimento do Método de termografia Infravermelha, quando corretamente aplicado, pode prover informações cruciais para o terapeuta e, muitas vezes, decisivas para um correto diagnóstico.

E, como dito em outros posts, o correto diagnóstico é quase 70% da assertividade no tratamento. Dito isso, a avaliação e o correto diagnóstico são a chave para um tratamento de sucesso.

E na termografia isso não é diferente, pois quando se usa corretamente método a informação coletada pode ser aquele fator que faltava para você acertar o diagnóstico. Portanto, o tratamento.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em região lombar após muitas horas de voo. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para localizar precisamente a disfunção para ela ser tratada com maior assertividade, diminuindo o tempo de terapia.
Este de fato, é de longo o maior produto da termografia para clínica: o gradiente.

Sem o olhar do gradiente, a termografia aplicada na saúde é falha.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 6

Na saúde, a termografia evoluiu exclusivamente através da experiência profissional do aplicador e sobre a base da termologia e termometria (escalas de temperaturas), um erro que custou a descrença dela até hoje.

Porém, nas áreas tecnológicas, a termografia evoluiu sobre ciências e normatização de procedimentos, colocando-a como um dos métodos com maior credibilidade e uso no ramo.

Se a área da saúde tivesse galgado os mesmos caminhos das tecnológicas, seria possível compreender que as análises qualitativas poderia ser, prioritariamente, o principal uso da termografia. E isso permitiria uma maior precisão do uso da termografia na saúde.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 40 anos, sem comorbidades e com relato de dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Não foi preciso absolutamente nenhuma análise quantitativa para entendermos como o comprometimento tecidual esta afligindo a região lombar do paciente.

As informações qualitativas, nestes tipos de caso, são mais que suficientes para responderem a dor do paciente e facilitar o diagnóstico do profissional, e este é o segredo do conhecimento profundo da termografia. Isso somente é possível quando o profissional possui o conhecimento profundo das ciências do Método de termografia Infravermelha.

Sem este conhecimento, a termografia está fada a seu uso como um simples termômetro e aplicada segundo a experiência do operador.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia 6

A dor é sempre uma sinalização do corpo avisando a nossa consciência que algo esta errado. Porém, tendemos a negligenciá-la até o ponto que uma lesão mais séria pode chegar a ser limitante.

Nestes casos, como a lesão é crônica, ela sempre aparece quando o tecido já apresenta sinais e sintomas que podem demorar a passar. E é neste momento que o paciente normalmente chega para ser tratado.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e com relato de dor em ombro esquerdo há mais de 3 meses piorando após treino de musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Este é um caso clássico de comprometimento tecidual crônico que foi agudizando e chegou ao ponto de limitar o paciente, seja pela dor ou pela disfunção.

Estas lesões poderiam ter sido tratadas adequadamente no seu início, quando elas são leves. Infelizmente, isso raramente acontece.

Assim, devemos sempre ter em mente que tratar as lesões em seu estágio mais leve, que pode aparecer muitos anos antes da dor limitante, pode evitar desta se agravar.

A fisioterapia passa pela fase preventiva onde ela atua diretamente nas sintomatologias consideradas leves, antes delas virarem lesões limitantes. Talvez este seja o maior impacto real da fisioterapia na vida das pessoas. Porém ela é a mais desprezada.

Ouça seu corpo, pois sua saúde é o único fator que de fato você pode mudar.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Sobre gradientes e suas peculiaridades 2

O gradiente, de longe, é a forma mais eficaz de análise termográfica que se pode fazer, desde as exatas até as biociências. Um exemplo disso foi caso em que eu mesma usei a termografia para responder a minha dor.

Realizei há 2 anos atrás uma cirurgia de endometriose com retirada de um foco de mais de 2,8 cm de endometrioma no ovário direito e retirada do próprio ovário direito. Eu passei a sentir dores nas costas após a cirurgia e imaginei que a cicatrização, por conta da retirada da endometriose, causaria alguma forma de retração de tecidos. Comecei então a tratar o tecido com vários métodos e técnicas para o caso. Porém, ainda assim a dor não cessava e, muitas vezes, piorava.

Solicitei então uma Ressonância Magnética (07/24) de pelve que revelou:
“Espessamento retrátil retrocervical à direita, estendendo-se ao longo do ligamento uterossacro e largo do mesmo lado e mantendo contato com a fossa ovariana direita, com tênues focos hemáticos. Mede cerca de 1,4 x 0,9 cm. Tais achados podem representar alterações cirúrgicas, não sendo possível afastar a possibilidade de eventual foco residual de endometriose.”

Apesar dos resultados da Ressonância responderem que existia uma cicatrização, esta não conseguiu revelar como a cicatriz estava causando esta disfunção na lombar, pois a cicatrização era no local do endometrioma. Resolvi captar uma imagem eu mesma no consultório (20/01/25) e, por isso, já peço desculpas pela falta de qualidade na captação da imagem.

Para minha surpresa, a imagem captada no termograma revelaria uma força tênsil de contração da cicatriz que respondia exatamente o porquê da minha dor = disfunção. Isso porque o gradiente não demonstrou um vetor de forças correspondente a uma compressão nervosa ou inflamação na coluna de alguma forma, mas sim uma forma de tesão exercida no quadrado lombar e psoas maior direitos, gerando inclusive estresse metabólico e, consequentemente, dor muscular.

Este é um exemplo exatamente do porque a análise termográfica deve ser feita com critérios baseados inicialmente no gradiente, muito antes de se pensar em temperaturas.

Tal como nas exatas, a temperatura só é avaliada quando outros fatores de anomalias já demonstram risco, principalmente o gradiente.

Por isso, quem realmente tem o conhecimento da termografia, faz uso do gradiente rotineiramente.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia – parte 2

A dor pode ser decorrente de esforços repetitivos, oriundos ou não de problemas pré-existentes. A promoção da analgesia neste caso se faz prioritária, para que esta nova lesão não se estabeleça.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 41 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em joelho esquerdo após caminha longa (mais de 2 horas) com calçado para caminhada (rasteirinha) em um dia muito quente. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

No exemplo acima, fez-se necessário e urgente a analgesia e a promoção da ação anti-inflamatória para, posteriormente, conseguirmos incrementar a carga.

Situações assim são bem rotineiras na clínica e muitas vezes não são levadas a sério, pelo menos não no momento imediato do relato de dor. Isso provoca uma estabilização da inflamação e lesão, gerando problemas funcionais a médio prazo.

Dito isso, a reabilitação passa necessariamente por lesões rotineiras, do dia a dia, que o paciente nem sabe que provoca. Porém, se não for dada a devida atenção no início desta, esta inflamação pode gerar grandes disfunções posteriormente, dificultando e muito os resultados da reabilitação.

Assim, ouvir o relato de dor e avaliar de forma detectar estas alterações no início é a chave para a evitarmos novas disfunções e lesões futuramente.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e regeneração – parte 1

Saber analisar o início de uma inflamação é um momento perfeito para a terapia. No entanto, é muito difícil conseguirmos este momento, seja porque o paciente não segue a orientação de realização de exames, seja por despreparo do terapeuta.

Uma forma rápida e em tempo real de se fazer isso é através do uso da termografia na clínica, que nos permite ver as diversas alterações em tempo real.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 38 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em região torácica. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Esta análise permitiu o tratamento imediato da disfunção, dando tempo e motivação ao paciente buscar exames de imagem complementares.

Este método permite ao terapeuta elaborar melhor seus procedimentos e acompanhar a evolução do tratamento até o término do diagnóstico.

Assim, quanto antes iniciarmos a terapêutica no início da disfunção, maiores as chances de conseguirmos um desfecho favorável para a reabilitação, tanto no aspecto de analgesia quanto na funcionalidade.

Dito isso, devemos sempre ficar atentos aos relatos do paciente, pois o início de uma lesão poderá ser tratada imediatamente, impedindo sua evolução.

Isso faz com que você ganhe adesão ao tratamento e fidelidade do seu paciente.

#inflamação #dor #fisioterapia

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 1

A laserterapia deve ser aplicada por aqueles que tem conhecimento desta técnica, pois aqueles que apenas usam o tabu dos 4J/Cm2, acabam por descredibilizar esta técnica.

A laserterapia é muito mais poderosa do que um protocolo exclusivo para absolutamente tudo. Deve-se entender como a radiação age para saber como aplicar corretamente a ponto de induzir a regeneração.

Como no caso abaixo de uma entorse de tornozelo. Saber que existe uma forma correta de aplicar a radiação para indução à regeneração, conseguimos resultados incríveis. Inclusive podemos chegar a regenerar alguns tecidos em casos específicos completamente.

Porém, devemos agir com cautela e nunca afirmamos que vamos regenerar, mas sim vamos induzir a regeneração.

O quanto conseguiremos? Somente o tempo e o tecido podem responder, pois a regeneração é complexa, dependente de muitos fatores e variáveis e depende diretamente da adesão completa do paciente à proposta terapêutica.

Se precisarmos de repouso ou suspensão da atividade para indução a regeneração e se o paciente não aderir a proposta e sobrecarregar o tecido, não chegaremos nunca na regeneração. Muito pelo contrário, se permanecer com carga, o tecido certamente vai piorar.

Dito isso, a terapia é uma via de mão dupla: paciente e terapeuta.

Se não tivermos adesão de ambos, nenhum resultado poderá ser alcançado, nem mesmo com inúmeras aplicações de laserterapia.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Dor e analgesia – parte 1

Muitas vezes os pacientes acreditam que uma lesão só é decorrente de grandes traumas ou alguma carga exagerada e não percebem que a repetição do dia a dia também pode ocasionar uma lesão. Isso porque, em geral, estas lesões demoram muito para aparecer, pois são fruto de uma biomecânica errada aplicada repetidamente por muito tempo.

Estas lesões são as mais difíceis de serem tratadas, pois elas são condicionadas ao uso cotidiano da ocupação, sendo muito difícil sua correção. Somado a isso, ainda está o fator da intensidade da lesão, que muitas vezes chega apenas em graus mais avançados.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente, do sexo feminino, 43 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em mão e punho por conta da ocupação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Esta lesão, em particular, vinha de muito tempo e foi se agravando, chegando ao ponto do paciente não conseguir pegar um copo e acordar durante o sono.

É preciso ter ciência que, dores frequentes, mesmo leves, é sinal de um problema. Em geral estas lesões se agravam muito rápido, se tornando uma lesão crônica agudizada.

Estes demoram para conseguirmos chegar a analgesia, demandando muito monitoramento das condições do paciente e verificando constantemente se há melhora ou não do quadro.

Saber escolher a técnica analgésica ajuda no início, mas o segredo é programa abrangente, que deve corrigir desde a biomecânica, postura e posto de trabalho. Sem isso, a analgesia é temporária e acabamos por perder para a dor.

A dor crônica é sempre sindrômica.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia