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Dor e analgesia – parte 12

A dor crônica provoca uma cascata de eventos no corpo e quando ela persiste por muito tempo, pode chegar a estabelecer um padrão postural de dor.

Isso dificulta e atrasa e muito o processo de reabilitação, aumentando o círculo vicio de dor-sobrecarga-dor. Quando finalmente rompemos este ciclo e colocamos o paciente em atividade, nossa maior preocupação é a volta deste ciclo.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 41 anos, sem comorbidades, em processo de reabilitação de dor lombar e que apresentou dor em região lombar após treino de musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Imediatamente foi tratado estes achados para que o processo crônico de dor não iniciasse uma nova postura reflexa a dor. Isso possibilitou retornar ao processo de reabilitação sem mais intercorrências e a correção da atividade física, impedindo novas lesões.

Isso somente foi possível, neste caso, porque o gradiente nos mostra como os metabolismos revelam as forças de tensão.

Como dito antes: “o vetor é um gráfico de forças”. Portanto, somente o gradiente revela o que pode estar acontecendo.

O tratamento preventivo também passa pela reabilitação e somente com conhecimento amplo da dor e dos processos de analgesia é que podemos impedir que novas intercorrências se agravem.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 11

Na fisioterapia quando temos a chance de tratar as lesões leves é uma raridade, pois a grande maioria dos pacientes não chega ao consultório nestes casos. Porém, quando as lesões leves não são tratadas ou devidamente tratadas, elas podem e vão evoluir para lesões crônicos, podendo até a chegar a ficarem severas.

Dito isso, quando temos a oportunidade de tratar uma lesão leve do início é algo fantástico, pois conseguimos evitar o agravamento destes casos.

Como no caso da sequência de termogramas abaixo de uma paciente do sexo feminino, 52 anos, sem comorbidades e que sofreu uma entorse do dorso do pé e ante pé há 3 dias, sem a dor cessar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações mostraram que, mesmo sendo uma lesão leve, por constante sobrecarga imposta ao pé, ela estava se agravando.

Assim, a intervenção terapêutica deveria ser imediata, diminuindo a evolução da lesão e trazendo a paciente para a funcionalidade.

Este é um típico exemplo de como tratar precocemente os casos de lesões leves torna-se um fator muito importante para que estas lesões não evoluam, permitindo assim a completa regeneração e funcionalidade do tecido.

A inflamação e a regeneração andam de mãos dadas. Isso porque o início da inflamação determina diretamente o desfecho do processo e, se devidamente e precocemente tratadas, poderemos induzir o desfecho para a regeneração.

Sem isso, e perdemos este momento de desfecho regenerativo, permitirmos o início da reparação e inflamação crônica, promovendo um tecido disfuncional.

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Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 11

A vantagem de se ter a correta formação na termografia é saber captar e interpretar as imagens térmicas, associá-lo ou não as diversas disfunções e conhecer as limitações do Método de Termografia Infravermelha na clínica.

Por isso, apenas fazer uso da termografia como um termómetro não lhe ajuda em nada clinicamente, mas somente ela se torna útil quando a termografia realmente é usada para detectar informações que podem fazer a diferença no seu diagnóstico.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 39anos, sem comorbidades e que apresentou dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Veja como não é preciso analisar quantitativamente (temperaturas) a imagem termográfica para, com o correto conhecimento, saber interpretar as informações da termografia. Tendo-se um procedimento devidamente sistematizado e organizado para seu uso na clínica, é possível associar os achados termográficos as diversas disfunções, e até associá-lo com o relato de dor.

O uso completo da termografia passa primeiramente, e quase exclusivamente na clínica, pela análise qualitativa (gradiente) e sua associação (estudos) ao conhecimento cinéticofuncionais e fisiopatológicos.

Sem a associação do método as necessidades da prática clínica (as ciências envolvidas), a termografia cai em desuso, e isso acontece muito na área da saúde.

Por isso o pleno conhecimento do método é fundamental para se ter e fazer uso rotineiro da termografia, como acontece nas áreas de engenharias e tecnológicas.

Portanto, se você realmente quiser fazer uso deste método, somente passando por todo o conhecimento da termografia e, que neste caso, passa pelo conhecimento do gradiente.

Ah, o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia – parte 11

Uma das grandes vantagens de se ter uma avaliação completa é ter as informações mais próximas possíveis de um diagnóstico correto. Isso facilita e muito a melhor tomada de decisão terapêutica, evitando erros.

Dito isso, saber avaliar corretamente é o caminho para uma reabilitação de sucesso e a conquista da fidelidade do paciente.

Uma forma de completar uma avaliação é ter a imagem da disfunção em tempo real, como por exemplo o uso da Termofuncional. Com esta técnica é possível determinar se as alterações térmicas estão associadas ou não a uma lesão e, mais ainda, se as alterações térmicas são características de uma disfunção ou não.

Estas informações, quando coletadas e interpretadas corretamente, podem e vão facilitar a tomada de decisão terapêutica, aumentando a eficácia da reabilitação e a satisfação do paciente.

Porque dor é um sinalizador que, se persistir por muito tempo, altera a vida do paciente (inclusive humor) e quanto antes ele se ver livre da dor, melhor. Porém, apenas tirar temporariamente a dor pode colocar o paciente num círculo vicioso de dor-analgesia temporária-dor, frustrando e piorando o caso do paciente.

Dito isso, com a imagem da disfunção/lesão na palma da mão e em tempo real, você poderá ver a evolução do caso até sua conclusão, impedindo a piora do caso por intervenção imediata, proporcionando uma evolução do tratamento sem intercorrências.

E é isso que o paciente espera de você e este é o mais alto grau de profissionalismo que um terapeuta pode ter.

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Conhecimentos básicos em Laserterapia 11

A laserterapia é de longe o maior aliado regenerativo do fisioterapeuta, porém, pouquíssimos profissionais fazem uso corretamente desta técnica.

Além da laserterapia pode ser usada como indutora da regeneração em lesões moderadas e graves, ela também atua em lesões leves, melhorando a regeneração tecidual e evitando novas lesões no período de restauração do tecido.

Isso porque, mesmo nas lesões leves o estresse contínuo da solicitação tecidual (muito comum) pode e vai gerar tecidos fibróticos, rígidos e disfuncionais, facilitando novos entorses e disfunções.

Este é um simples exemplo do potencial de utilização da laserterapia como forma de indução a regeneração, pois é sabido para aqueles que estudam a laserterapia que ela pode e deve ser usada imediatamente em lesões leves como um restaurador tecidual rápido. Esta indução imediata gerará um tecido sadio e funcional, restaurando completamente a funcionalidade.

Como no caso abaixo de uma paciente do sexo feminino, 51 anos, sem comorbidades e que sofreu leve entorse de tornozelo. Imediatamente iniciamos o tratamento com a radiação laser para restauração tecidual, evitando sequelas e novas entorses.

Isto posto, caro colega, atente-se para a técnica mais regenerativa que você tem que é a laserterapia.

Estude profundamente esta técnica para aprender a usá-la de forma correta, e não roboticamente com 4J/cm2 para tudo.

Somente assim você usará radiação laser para o intuito que ela foi criada: a regeneração. E assim, você obterá os melhores resultados em sua terapia e, como resultado, a fidelidade do paciente.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 10

Muitos pacientes chegam para tratamento e comentam que já realizaram várias aplicações de laserterapia, mas sem resultados satisfatórios.

Isso acontece porque a grande maioria dos profissionais da saúde que fazem uso da laserterapia usam o tabu dos 4J para tudo. Isso não é usar a laserterapia, isso é reproduzir protocolo da década de 90.

Para se fazer uso da laserterapia deve-se conhecer profundamente a radiação infravermelha, os equipamentos emissores de radiação e a fisiopatologia. Sem o estudo profundo destes conhecimentos, apenas repetimos o protocolo da década de 90.

Isso porque, existe uma necessidade específica de radiação para cada estágio inflamatório, devendo ser estudado individualmente, caso a caso.

Somente com uma avaliação feita de forma individualizada, com o conhecimento profundo da radiação laser, é que podemos determinar qual a melhor dose terapêutica para cada caso.

Neste cenário é que podemos conseguir resultados terapêuticos. Pois, aplicar por aplicar, qualquer um pode fazer isso.

Isso sem contar que muitos colegas nem fazem manutenção e calibração de seus equipamentos, não sabendo se quer se o mesmo esta ou não emitindo radiação ou em que condições a emissão ocorre. Inclusive com aparecimento de queimaduras no paciente.

Por isso, a aplicação da radiação laser deveria ser feita somente por profissionais devidamente formados. Isso porque, usar a laserterapia em seu potencial, somente poucos conseguem.

Isso sem contar que muitos colegas nem fazem manutenção e calibração de seus equipamentos (infringindo lei inclusive), não sabendo sequer se o mesmo esta ou não emitindo radiação ou em que condições a emissão ocorre. Inclusive com aparecimento de queimaduras no paciente.

Por isso, a aplicação da radiação laser deveria ser feita somente por profissionais devidamente formados.

Se você tem interesse em saber mais, procure um curso específico de laser que lhe ensine ao menos o básico, saindo do tabu de 4J.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Estado inflamatório e clínica – parte 10

A inflamação, quando não tratada, se torna um problema cíclico: períodos de melhora e piora.

Situações assim, levam o paciente a errar a forma de cuidado com a lesão, pois excedem a carga durante a atividade, pois estão assintomáticos, e isso piora a inflamação.

Isso porque, a inflamação crônica é oportunista, quando o paciente menos espera, ela entra em seu estado de pico, limitando o paciente, seja pela dor ou limitação articular. Muitas vezes até ambos.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 41 anos, sem comorbidades e com histórico anterior de dor em joelhos e que apresentou agudização das dores dos joelhos, limitando inclusive o andar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estes resultados demonstraram que a inflamação estava totalmente ativa e em seu pico, determinando e delineando o objetivo do tratamento. Justamente por ser uma lesão crônica, de ciclos, a carga terapêutica deve somente ser incluída na fase assintomática e com muita cautela.

Além disso, com o olhar do Monitoramento da Condição Funcional© é possível determinar se a inflamação está cedendo ou não, isso guiará o incremento da carga terapêutica com menos risco de uma nova agudização.

A chave para passarmos do estado inflamatório para a regeneração é o respeito pelas fases da própria inflamação, ainda mais quando falamos de incremento as cargas terapêuticas. Fase esta determinante para o sucesso no tratamento reabilitativo.

#inflamação #dor #fisioterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 10

Saber interpretar um estudo termográfico é o segredo entre usar uma câmera termográfico como um simples termômetro e usar o Método de Termografia Infravermelha como uma forma de inspeção, ensaios e monitoramento da condição.

Mais ainda, somente com o pleno conhecimento do método é possível fazer o uso da termografia integral em sua atividade profissional, interpretando corretamente os achados termográficos. E, como a termografia é feita pelos verdadeiros termografistas certificados com SNQC, somente estes profissionais sabem fazer o melhor uso do método com apenas uma câmera termográfica na mão, gerando resultados de estudos termográficos com fidedignidade.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 37 anos, com comorbidades e que apresentou formigamento em dedão do pé esquerdo (hálux). Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado gradiente condizente com o relato da paciente.

Somente o gradiente associado ao relato de formigamento do paciente foram os pontos chaves para fechar o diagnóstico de uma síndrome compressiva, direcionando a avaliação para a região lombar. A partir deste ponto, foi possível localizar a causa da sensação.

Isso somente foi possível pelo conhecimento profundo do método e da Técnica Termofuncional, pois sem eles, o uso da termografia estaria restrito a busca por escalas de temperaturas. Sendo este quase inútil na grande maioria das vezes.

O conhecimento e estudos termográficos passam pelo gradiente, e este é um conhecimento de poucos, apenas os privilegiados termografistas.

Ah, o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia – parte 10

A dor crônica musculoesquelética pode ser consequência de inúmeros fatores, mas quando falamos de um das dores musculoesquelética que mais acomete a população, estamos falando da dor lombar.

De causa multifatorial, ela nunca vem em consequência de apenas um fator, com exceção do trauma. Em geral, a dor lombar é sindrômica, decorrente de vários fatores como: encurtamentos e fraquezas musculares, escoliose, sedentarismo, a ocupação profissional, etc.

Somado a isso, algumas atividades físicas quando não praticada de forma proporcional (acima da capacidade do indivíduo) podem desenvolver a dor. Nestes casos, o paciente relata a dor lombar sempre depois da atividade.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 44 anos, sem comorbidades e que apresentou dor lombar ao acorda depois da prática de pilates. Foi Realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relado de dor.

Dito isso, temos sempre que entender que a volta a atividade física também passa pela volta a prática de atividade física e ou esportiva, e devemos entender que o programa de carga teve estar compatível com a capacidade e necessidade do paciente.

Além do fato do treino da biomecânica, fator decisivo para o desenvolvimento ou não de dores musculares e até lesões.

Entender este processo facilita a fase da reabilitação em que o paciente está liberado para a prática de atividade física, que deve estar contemplado no programa terapêutico. O tratamento do fisioterapeuta não acaba quando a dor cessa e nem mesmo quando o paciente atinge apenas a sua funcionalidade, mas sim quando o profissional entrega o paciente em sua plena capacidade física e social.

Somado a isso, também devemos almejar a prevenção da volta a lesão, incluindo um programa preventivo no tratamento final do paciente.

A fisioterapia não se limita apenas ao tratamento da dor e da disfunção, mas ele tem que ir além, até a plena capacidade do paciente e até a prevenção. Isso deveria ser óbvio, mas para a grande maioria, não é.

Parafraseando Sherlock Homes: “Não há nada mais enganador que um fato óbvio.”

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 9

Entender de inflamação e como regenerá-la também passa pelo estudo biomecânico, principalmente em lesões crônicas.

Neste sentido, devemos sempre observar os índices que esportes específicos promovem, como Beach Tennis, um esporte que está em evidência. Num estudo relatado abaixo (Lesões ortopédicas nos praticantes de Beach Tennis no Brasil), os autores descobriram que quase 50% dos praticantes relataram lesões decorrentes do esporte.

Isso nos dá uma pista de como a biomecânica desportiva se comporta. Fato esse muito importante para entendermos como o mecanismo lesivo se desenvolve, determinando possíveis comprometimentos teciduais subjacentes.

Estas informações também nos dão pistas de como o estado inflamatório pode estar comprometendo o tecido ao longo do tempo, por conta desta biomecânica errada associada a outros fatores agravantes, como despreparo, sedentarismo, sobrepeso, etc.

Além de fornecer informações para incrementar um planejamento terapêutico, também fornece informação para a elaboração do tratamento para o retorno do paciente a prática esportiva, com menor risco de lesão.

Dito isso, saber que a prática esportiva influencia diretamente na inflamação apresentada pelo paciente, por conta da repetição da biomecânica errada, é a chave para o programa regenerativo completo.

Assim, o estudo das lesões do esporte praticado pelo paciente permite determinar uma estratégia terapêutica que será capaz de tornar sua reabilitação mais eficaz, completa e preventiva. Foco final do fisioterapeuta.

O início da inflamação você não controla, mas o desfecho você pode influenciar.

#inflamação #dor #fisioterapia