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Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 3

A grande maioria dos fisioterapeutas não sabem fazer uso da laserterapia e se restringem ao tabu dos “4J”. Isso é uma forma mecânica de se aplicar a laserterapia sem a menor fundamentação. Por isso grande parte dos resultados são incertos e até ínfimo.

Saber usar a laserterapia em todo o seu potencial trás resultados que, na grande maioria das vezes, podem parecer impressionantes. Na verdade, obter resultados práticos não é “achismo”, é ciência.

Como no post do começo do ano (jan/24 – Estados inflamatórios) de um paciente do sexo masculino, 39 anos e que apresentou dor em região lombar com laudo de ressonância magnética de hérnia extrusa (±2cm).

Com muito procedimento e com a técnica correta de aplicação da laserterapia, em pouco tempo o paciente obteve o resultado de regressão completa da hérnia extrusa, ficando apenas uma protrusão sem grandes consequências. Como pode ser vista na imagem da ressonância deste mês, podemos ver a melhora significativa da hérnia extrusa.

Claro, a reabilitação continua, mas a crise aguda foi vencida. A partir deste ponto, podemos pensar em incrementação de cargas para o retorno completo da funcionalidade.

Dito isso, se você quer ter os melhores resultados com a laserterapia, apenas com muito estudo e com muita dedicação alçamos procedimentos capazes de gerar resultados satisfatórios.

Sem isso, giramos em torno do achismo sem resultados, minimamente, satisfatórios, o que dirá comprovados.

Somente a laserterapia, quando corretamente aplicado, somos capazes de gerar estes resultados.

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Estado inflamatório e regeneração 2

A inflamação é um uma reação do organismo a uma lesão e, neste momento, a carga deve ser suspensa. Isso porque em lesões agudas ou lesões crônicas em fase agudizada a carga pode acentuar e muito a inflamação.

Dito isso, saber como reverter rapidamente esta fase da inflação é de fundamental importância na reabilitação para que o tecido possa novamente voltar a ter cargas sem o risco de rupturas de qualquer forma. Assim, quando o paciente chega na fisioterapia e este apresenta uma lesão aguda, deve-se imediatamente focar na recuperação desta lesão, suspendendo todas as cargas no tecido.

Como na sequência de termogramas abaixo de um paciente do sexo masculino, 40 anos, com comorbidade e que apresentou dor em posterior de coxa após uma partida de futebol. Foi realizado uma Análise Termofuncional que apresentou um gradiente condizente com o relato de dor do paciente.

Neste momento, as cargas foram suspensas e todos os métodos e técnicas que promovem o efeito anti-inflamatório e analgésicos devem ser iniciados até a restauração do tecido, ponto este de inclusão das cargas.

Saber interpretar estas informações é primordial para uma reabilitação plena e eficaz, tornando sua terapia atrativa e conquistando a fidelidade do paciente. Quem não tem este conhecimento, dificilmente consegue uma reabilitação com resultados fidedignos.

Parafraseando Sherlock Homes: “Você vê, mas não observa.”

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Conhecimentos básicos em laserterapia 2

Como especialista de laserterapia, constantemente vejo pacientes relatarem que já passaram por terapia a laser, porém sem resultados. Diferentemente do que os pacientes passaram, a aplicação de laserterapia é muito complexa e é necessário ter conhecimento profundo desta técnica para gerar resultados regenerativos.

O que mais tenho percebido é o uso indiscriminado de 4J/cm2 para tudo e para todos. Só que, 4 J/cm2 foi um protocolo usado na década de 1990 e foi estabelecido com trabalhos metodologicamente deficitário e que não deveriam ser reproduzidos até hoje.

Isso não é fazer uso da laserterapia, mas sim de repetir um estudo que virou protocolo e que quem estabeleceu como padrão foram as próprias empresas de laser, não modificando-os por quase 30 anos.

Dito isso, a diferença entre ter resultados regenerativos e simplesmente jogar uma “luzinha” no tecido é gigante. Esta diferença faz com que os pacientes desacreditem na laserterapia, o que pode ser facilmente remediado com os resultados de especialistas que realmente fazem o correto uso da laserterapia e que promovem a regeneração.

Assim, caro colega fisioterapeuta, estude e aplique a laserterapia em seu potencial regenerativo e não somente um protocolo mais que ultrapassado de quase 30 anos.

Quer entender um pouco mais sobre o potencial da laserterapia?

Inscreva-se no meu curso de “Conceitos básicos em laserterapia” e aprenda a promover a regeneração com esta técnica poderosa, você vai se surpreender.

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Teste laser

Sobre gradientes e suas peculiaridades

O gradiente é de longe a forma mais apropriada de uso da termografia na saúde, pois o seu uso e conhecimento da Termografia Infravermelha através das temperaturas esta muito a quem do que deveria ser em relação as engenharias/tecnológicas.

Sem o pleno conhecimento de um termografista certificado, entramos num loop sem fim de uso equivocado da temperatura. Porém, quando se tem conhecimento pleno do Método de Termografia Infravermelha, sabemos como analisar um termograma através do gradiente.

Como no caso da sequência de termogramas abaixo de uma paciente do sexo feminino, 68 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombros após iniciar musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas em ombros, condizentes com o relato de dor.

O termograma apresentou alguma temperatura considerada anomalia? Não.

E por isso deixamos de usar ou descartamos a termografia? Jamais.

Isso porque a termografia, quando corretamente aplicada, diz muito sem necessitar de temperatura. Alias, a análise de temperaturas e seus riscos não tem nem um procedimento sequer na saúde para ser parametrizado, quem dirá ser usado.

Neste caso, por exemplo, vemos claramente alterações térmicas decorrentes da sobrecarga e da carga aplicada com biomecânica errada que acabou por gerar a dor. Notoriamente podemos utilizar premissas e princípios da fisioterapia para entendermos o que cada gradiente demonstra e, por fim, escolher a melhor técnica terapêutica a ser aplicada.

Como nas engenharias/tecnológicas, o gradiente mostra muito mais do que as temperaturas, porque ele pode ser associado as disfunções. Porém, somente com a correta certificação e conhecimento da Termografia Infravermelha se pode fazer uso do gradiente, para todos as outras formas, se faz o uso da temperatura.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

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Dor e analgesia – parte 2

Na clínica, um dos principais fatores que trazem pacientes com lesões crônicas é a biomecânica errada (repetidamente) e a má postura.

Destro destes dois universos, uma grande aliada da fisioterapia, se não a melhor, é o uso da técnica de RPG (Reeducação Postural Global). Considero que é a maior arma terapêutica para a correção de alterações posturais e biomecânica errada que levam as lesões crônicas.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 67 anos, sem comorbidades e com relato de dor crônica em cervical com irradiação em ombro direito. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor do paciente.

O gradiente demostra claramente o comprometimento muscular da face anterior do pescoço e dos ombros. Com uma avaliação postural é possível determinarmos a causa e as cadeias musculares envolvidas para, assim, aplicarmos as técnicas de correções posturais.

A técnica de avaliação postural e aplicação do RPG, ato exclusivo da fisioterapia, é a técnica mais eficaz e a mais bem descrita em nosso universo terapêutico. Se possível, colega fisioterapeuta, sempre use o RPG para todas as lesões crônicas, porque você irá promover uma reabilitação mais rápida e eficaz.

Esta técnica é exclusivamente de sua profissão, valorize-a e aprenda a gerar muito mais resultados do que você pode imaginar.

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Dor e analgesia – parte 1

Durante a reabilitação existem métodos e técnicas que nos ajudam a entender em que fase do processo inflamatório o paciente está, baseado quase que exclusivamente no seu relato de dor. Isso nos coloca em ponto “cego” que dificulta e muito o plano terapêutico. Já na reabilitação existe
um universo de métodos e técnicas que tratam o problema e saber qual o melhor método ou técnica naquele momento terapêutico é a chave para analgesia e o sucesso da reabilitação.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 34 anos, sem comorbidades, esportista e que apresentou dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alteração térmicas condizentes com o relato de dor.

Num caso como este, uma das formas mais eficazes de analgesia é a manipulação tecidual em que temos um universo de possibilidades terapêuticas de técnicas, como: Mulligan, Maitland, Cyriax, Ayurvédica, Levantamento de pregas cutâneas, Massagem clássica, etc.

O fisioterapeuta deve conhecer os princípios e indicações de cada técnica para saber qual a que se enquadra melhor no caso do paciente, pois cada uma tem uma indicação e contraindicação, pois não se pode usar em casos específicos.

Por exemplo, a técnica de Cyriax é quase específica para disfunções em tendões, sendo que no caso ilustrado acima, não é a técnica que deve ser aplicada. Porém, se existir rigidez articular de vértebras, as técnicas de mobilidade articular, como a técnica de Maitland ou Mckenzie, podem ser bem-vindas. Se for o caso de contraturas musculares, as terapias manuais podem ser utilizadas, como a Liberação miofacial. E assim, por diante.

Dito isso, o fisioterapeuta que tiver o conhecimento destas técnicas e escolher qual a melhor, ou melhores, que podem ser aplicadas em cada caso e momento do paciente promoverá uma terapia eficaz.

Somente com o conhecimento e o raciocínio lógico se chega a grandes resultados.

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Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 1

A Termografia Infravermelha evoluiu muito desde os seus primórdios, porém na saúde ficou quase exclusivamente focada na temperatura. E, como dito em inúmeros outros posts, a termografia não está para detecção de temperaturas e sim para a detecção da radiação infravermelha naturalmente emitida pelos corpos e captada por sistemas infravermelhos. Por último, convertem a radiação em temperaturas.

Porém, o que o profissional faz quando ele não sabe enxergar a radiação e foca suas análises em temperaturas? Ele erra sua forma de captação e suas análises.

Isso acontece porque na grande maioria das vezes os profissionais da saúde não sabem como usar a termografia sem valores discrepantes de temperaturas.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 70 anos e com comorbidades e que apresentou dor em região torácica. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor da paciente.

Foi visualizado neste termograma alguma grande diferença de temperatura? Não. E por isso deixamos de usar a termografia? Não.

Quem usa a termografia como detecção e análise de temperaturas não sabe usar a termografia sem analisar temperaturas. Porém, para quem realmente é certificado no Método de Termografia Infravermelha fica fácil analisar os achados de forma qualitativa e saber como usar estes dados na clínica para aumentar a precisão da sua terapia.

Dito isso, infelizmente a Termografia infravermelha na saúde esta muito a quem do que ela poderia estar, justamente pela ausência de uma correta formação dos profissionais. Porque não se forma um profissional Termografista com 10 a 70 horinhas de curso, muito menos sem a formação básica no Método de Termografia Infravermelha. E um título acadêmico de pós-graduação, mestrado ou doutorado com o uso da termografia não homologa uma certificação profissional.

E estes modelos de “formação” estão fadados ao fracasso, pois geram descrença no método por falta de resultados, e por isso a termografia não alçou o mesmo patamar de credibilidade e uso da engenharia e tecnológicas.

Por isso que que tem a correta certificação no método sabe realizar análises assertivas com a Termografia Infravermelha.

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Estado inflamatório e clínica – parte 12

Uma premissa muito simples para a promoção da regeneração é a máxima retirada, ou a possível, dos estímulos lesivos enquanto se aplica o máximo de estímulos regenerativos na fase inflamatória. Só isso já garante resultados analgésicos.

Porém, o limiar da incrementação da carga e risco da volta da inflamação (e dor) é muito tênue, colocando o fisioterapeuta em desvantagem durante a reabilitação. Sem contar os próprios estímulos lesivos que o paciente pode realizar.

Dito isso, saber que em fases agudas e inflamatórias devemos ponderar a colocação da carga, entender que a colocação de carga deve ser ponderada até um ponto seguro em que se possa fazer isso, de forma a diminuindo ou zerando o risco. O problema é fazer isso as “cegas”, ou apenas utilizando o relato de dor do paciente.

Uma forma muito eficaz de controle é através da Termofuncional, onde você pode ver as alterações térmicas em tempo real, pois com esta técnica é possível utilizar estes dados para a implementação de cargas com segurança.

Como na sequência de termogramas abaixo de um paciente do sexo masculino, 50 anos e sem comorbidades e que apresentou dor em ombros. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor do paciente.

Dito isso, medidas regenerativas e anti-inflamatórias foram tomadas, sendo estas medidas o foco imediato da terapia. Claro, foi colocado no programa terapêutico a evolução da carga, mas somente após a melhora significativa da dor e da inflamação, através do Monitoramento da Condição Funcional.

Neste cenário é possível controlar os desfechos de implementação de cargas e o controle da inflamação. Mais ainda, é possível verificar se o paciente excedeu ou não os limites inflamatórios, nos mostrando sessão á sessão se podemos incrementar a carga ou não.

Somente com muito conhecimento e procedimento somos capazes de gerar resultados satisfatórios em curtos períodos de tempos.

#inflamação #dor #fisioterapia

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 12

Muitos pacientes relatam que não acreditam que a laserterapia promove resultados analgésicos e anti-inflamatório. Isso acontece porque a grande maioria dos pacientes já passaram por aplicações de laserterapia sem resultados, o que acaba por gerar descrença.

Porém, quando a laserterapia é corretamente aplicada, os pacientes se beneficiam do efeito analgésico e, muitas vezes, da regeneração celular. Nestes momentos em que os pacientes sentem ou veem a diferença na correta aplicação da laserterapia, eles passam a querer entender mais e saber qual a diferença das outras aplicações para uma que gerou resultado.

Nestes momentos eu uso formas pedagógicas de explicar e demonstrar ao paciente como a laserterapia, quando corretamente aplicada, pode ser diferenciada. Dito isso, eu uso uma forma muito simples de demonstrar a diferenciação da laserterapia para outras formas de luz através de alguns tipos de câmeras de celulares, que podem captar a radiação infravermelha.

Estas câmeras podem nos prover imagens belíssimas da aplicação da radiação laser e isso por si só já demonstra ao paciente como a radiação é diferente das outras luzes. Porque no espectro visível a radiação não pode ser vista, mas com algumas lentes sim. Somado a estas imagens, fica fácil explicar os efeitos físico-químicos da radiação no tecido, facilitando ao paciente a compreensão da regeneração través da laserterapia.

No entanto, os resultados regenerativos só são obtidos quando a laserterapia é corretamente aplicada e isso pode ser facilmente comprovada pela analgesia no paciente e seus resultados em exames de imagens.

Somente com muito estudo e experiência em laserterapia podemos chegar a estes resultados. Por isso, caro colega fisioterapeuta, estude laserterapia, porque só assim para você alcançar a regeneração celular.

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