Estado inflamatório e clínica – parte 8
Quando detectamos uma disfunção no paciente, devemos sempre entender, minimamente, 3 características principais que podem descrever a situação que o paciente se encontra:
1. O tempo que esta disfunção começou, estabilizou e/ou agravou;
2. A fisiopatologia dos eventos subsequentes a esta disfunção, sendo que devemos definir em que tempo o estado inflamatório se encontra;
3. O relato consciente de dor do paciente;
Definido as características acima, podemos entender então como e quando (em que tempo) esta disfunção se estabeleceu. Dito isso, podemos então determinar como devemos proceder na reabilitação, caracterizando de forma precisa o objetivo e o procedimento terapêuticos.
Como no termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 57 anos, sem comorbidades, praticante de atividade física intensa (musculação e beach tennis) e com relato de fortes dores (limitantes) em região lombar. Após uma avaliação completa, foi decidido interrupção temporária das atividades intensas, para que o estado inflamatório pudesse ser outro (baixa intensidade inflamatória).
Após um período curto de reabilitação (1-2 meses) a paciente pode voltar progressivamente para suas atividades sem dores.
Saber quais informações são importantes para sua avaliação é a chave para assertividade de uma exímia reabilitação. Saiba escolher para saber usar.
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