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Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 6

Ter o conhecimento do Método de Termografia Infravermelha e da Técnica Termofuncional permite ao termografista certificado o pleno uso das paletas de cores na hora de processar os termogramas.

Dito isso, para quem desconhece o potencial de uso das paletas de cores, devemos lembrar que a termografia não mede temperaturas, mas intensidade da radiação captada pela câmera. As variações de intensidade de radiação, denominadas gradientes, podem ser salientadas através do uso correto de paletas com maior ou menor contraste de cores.

Como na sequência de termogramas abaixo de uma demonstração de aula. Podemos ver que as diferentes paletas mostram diferentes gradientes.

Qual seria o melhor? Não existe uma paleta única que saliente todas as alterações térmicas e muito menos todos os gradientes. Cada paleta de cores tem uma função e apenas o termografista certificado possui o conhecimento do método para saber selecionar a mais adequada.

Aqueles que não possuem o correto conhecimento do método e da técnica ficam presos a apenas uma única paleta de cores facilitando erros primários. Nem ao menos possuem conhecimento das diferenças de interpretação entre termogramas formatados em Histograma Equalizado e Temperatura Linear.

É importante também salientar a pobreza de opções nas paletas disponibilizadas pelos fabricantes dos sistemas infravermelhos. A maioria dos fabricantes não permite a introdução de paletas próprias e aqueles que permitem cobram por isso, sem repassar aos autores seus direitos.

Portanto, a escolha da melhor paleta de cores para uma determinada análise térmica passa por uma correta formação e um profundo conhecimento do método e da técnica utilizada.

Parafraseando Aristóteles: “O erro acontece de vários modos, enquanto ser correto é possível apenas de um modo.”

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Estado inflamatório e regeneração – parte 5

Na fisioterapia, a liberação de carga refere-se à estratégia de remover a carga ou o peso sobre a área afetada durante o processo de reabilitação e aplicá-la gradualmente somente quando o tecido estiver apto. Isso é feito para permitir que o tecido lesionado se recupere adequadamente sem sobrecarregar ou lesar novamente a área.

Isso porque a liberação de carga é uma abordagem que busca equilibrar a necessidade de imobilizar e proteger a área lesada com a necessidade de promover a recuperação funcional e a restauração da força e mobilidade. O objetivo é permitir que o processo de cicatrização ocorra sem comprometer a integridade dos tecidos e, ao mesmo tempo, evitar a perda excessiva de massa muscular, diminuição da densidade óssea e rigidez articular.

A estratégia de liberação de carga pode variar dependendo do tipo e da gravidade e intensidade da inflamação. Em alguns casos, pode ser necessário o repouso absoluto inicial e a aplicação de modalidades terapêuticas, como gelo, compressão e elevação (conhecidas como RICE, do inglês “rest, ice, compression, elevation”). À medida que a cicatrização progride e a dor diminui, a carga pode ser gradualmente reintroduzida por meio de exercícios terapêuticos e atividades específicas.

O cuidado entre a liberação e a aplicação da carga e a regeneração é o segredo para a completa regeneração celular e a volta a funcionalidade. O profundo conhecimento das várias fases do estado inflamatório e das diversas técnicas de aplicação de cargas é o que separa dos melhores resultados para a ausência de resultados.

Neste racional, a sabedoria está sempre no equilíbrio da liberação da carga. Parafraseando Aristóteles: “A dúvida é o princípio da sabedoria.”

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Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 5

Você sabe qual o potencial da laserterapia na indução da regeneração celular?

Conhecer todo o potencial que a laserterapia pode exercer no processo de regeneração é o segredo entre o resultado (completa regeneração) e a ausência de resultado (analgesia) no uso da laserterapia. Demanda muito conhecimento da fisiopatologia, estágios do estado inflamatório e profundo conhecimento da aplicação da radiação laser para alcançarmos a regeneração com a aplicação da laserterapia. Por isso, vamos entrar um pouco no potencial da regeneração através da laserterapia.

A regeneração celular envolve a substituição de células lesadas por células novas e funcionais, inclusive a própria remodelação tecidual ocorre como parte do processo de regeneração celular, substituindo gradualmente o tecido cicatricial por tecido originário.

A radiação laser, quando aplicada corretamente, pode ter efeitos indutores da regeneração celular. A interação do laser com os tecidos vivos ocorre por meio de diversos mecanismos biofísicos e bioquímicos, que podem estimular o processo de regeneração celular em nível celular e molecular. Ela induz a proliferação celular, a síntese de fatores de crescimento, a angiogênese e outros mecanismos que facilitam a regeneração adequada do tecido.

Por consequência, ela também pode exercer efeitos anti-inflamatórios, reduzindo a liberação de substâncias inflamatórias e promovendo a modulação do sistema imunológico. Isso ajuda a diminuir a resposta inflamatória excessiva, facilitando um ambiente propício para a regeneração celular.

Assim, além da radiação laser remodelar diretamente o tecido, ela também desempenha um papel determinante na indução da regeneração celular e na criação de condições favoráveis para que o tecido lesado seja substituído por tecido originário.

Para aqueles que se interessam pelo assunto, segue um artigo que participei como co-autora sobre laser e regeneração celular.

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Estado inflamatório e regeneração – parte 4

Uma grande dificuldade na clínica é quando o paciente chega imobilizado e passamos para a fase de liberação de carga.
Isso porque após uma lesão, a área acometida é submetida a um estresse metabólico e mecânico, resultantes das alterações fisiológicas da inflamação. Isso desencadeia uma resposta temporária como parte do processo de regeneração e adaptação dos tecidos.

É uma fase muito delicada, pois ela busca equilibrar a necessidade da retirada da imobilização, que é um meio de proteger a área lesada, com a necessidade de promover a mobilidade, a restauração da força para alcançar a plena recuperação funcional. O objetivo é permitir que o processo de regeneração ocorra sem comprometer a integridade dos tecidos e, ao mesmo tempo, evitar a perda excessiva de massa muscular, a rigidez articular e diminuição da densidade óssea.

A estratégia de liberação de carga pode variar muito dependendo do tipo e da gravidade da lesão, mas à medida que a regeneração ou cicatrização progridem e a dor diminui, a carga pode ser gradualmente reintroduzida por meio de exercícios terapêuticos e atividades específicas.

Desta forma conseguimos reabilitar o paciente no máximo potencial de sua regeneração, mesmo após ele ter iniciado a reabilitação através de um processo de reparação.

Um exemplo disso pode ser visto através do vídeo radiométrico abaixo, em que um paciente está no seu início de liberação de carga (vertical e unipodal) após uma cirurgia de tendão de calcâneo que teve uma fase de comprometimento (infecção com ferida aberta). Após melhora do quadro, a liberação da carga foi ocorrendo gradualmente e de forma segura.

A carga é muito bem vida, mas deve ser implementada no momento certo e de forma progressiva, sem retrocedermos o quadro de dor e função, pois eles são nossos marcadores de sobrecarga.

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Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 4

Muitos profissionais da saúde me perguntam se a termografia pode dar diagnóstico ou “semi-diagnóstico”.

A resposta é não. O Método de Termografia Infravermelha não é adequado para gerar “diagnósticos”, mas sim como uma análise térmica e monitoramento de condição, ambas qualitativa ou quantitativamente.

Como dito várias vezes, câmeras termográficas não captam temperatura, mas sim a radiação naturalmente emitida pelos corpos EM FUNÇÃO DE SUA TEMPERATURA, através da conversão dessa informação de radiação em temperatura.

A termografia infravermelha pode ser usada como método de triagem, como avaliação e não de forma exclusiva de diagnóstico. Já ao afirmar um achado termográfico após validação de outros métodos diagnósticos é similar ao dito “engenheiro de obra pronta”.

Assim, quando um paciente chega em seu consultório sem nenhum diagnóstico por imagem prévio, com exceção de alguma grande anomalia termográfica, atente-se exclusivamente para a sua especialidade no uso da termografia infravermelha. Ao detectar alguma anomalia térmica fora de sua especialidade, não afirme nada, mas indique um especialista para as investigações apropriadas.

O gradiente nos mostra uma diversidade de processos oque estão correndo no organismo, mas não é ela que determinará um diagnóstico e nem você poderá invadir as demais especialidades afirmando algo que não é de seu conhecimento.

Como visto no exemplo abaixo de uma paciente do sexo feminino, 43 anos, sem comorbidades e com relato de dor em punho esquerdo. O gradiente nos mostra algumas alterações térmicas condizentes com o relato de dor em punho, mas outras aparecem em dedos. Poderia ser um comprometimento nervoso ou vascular? Talvez. É você que deve diagnosticar isso através da termografia? O que fazer? Indique um colega especialista, não afirme nada e trate a dor que é a sua especialidade.

Infelizmente hoje, com exceção da Termofuncional, nenhum procedimento na saúde que faça uso da termografia infravermelha possui um Termografia certificado Nível 3 ou Categoria 3 pela ABENDI, não podendo estes assumirem a responsabilidade técnica para exercer a termografia. E isso pode trazer uma falsa segurança de afirmar achados térmicos de outras especialidades. Porém cuidado, isso caracteriza imperícia.

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Dor e analgesia – parte 3

Agora vamos falar das diversas técnicas e métodos, os mais conhecidos, que promovem analgesia.

Para aqueles que não sabem, a temperatura é a segunda grandeza mais medida pelo homem, depois do tempo. Dito isso, de todos os sinais flogísticos (dor, rubor, calor), a temperatura é a única que podemos atuar de forma direta e por leigos.

Só que, a grande maioria dos profissionais da saúde não entende os efeitos da crioterapia e muito menos como usá-lo como terapia. A crioterapia já é estudada profundamente pela fisioterapia, pois a usamos como forma terapêutica.

Dito isso, talvez a forma mais simples, eficaz e segura de tratarmos um trauma é com a crioterapia. À medida que conseguimos baixar/controlar a intensidade da temperatura após o trauma, automaticamente ajudamos os tecidos a regenerar. Isso por si só já promove a analgesia.

Porém, deve-se ter muito cuidado com a intensidade do frio e o tempo de exposição, entre outros fatores. Existem sim contraindicações da aplicação da crioterapia. Todavia, quando ela é indicada e corretamente usada, teremos um auxiliar na regeneração e um forte indutor de analgesia.

Ouço muitos colegas da saúde criticarem a crioterapia, afirmando que ela não funciona. Para aqueles que desejarem derrubar seus tabus sobre a crioterapia, convido-os a lerem o livro que mais aprecio e que explica toda a ciência por trás da crioterapia, e este livro é “Crioterapia no Tratamento das Lesões Esportivas” (Kenneth L. Knight, Editora Manole; 1ª edição, 1994). Somente após este estudo será possível entender os efeitos físicos e teciduais da aplicação da crioterapia.

Parafraseando Aristóteles: “O ignorante afirma, o sábio dúvida, o sensato reflete.”

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Estado inflamatório e regeneração – parte 2

Vamos entrar agora nas diversas formas de induzirmos a regeneração. Vamos usar o trauma com ponto de referência inicial, que fica mais simples para entender.

Quando temos um trauma e iniciamos a resposta inflamatória temos diversos estágios que podemos induzir a regeneração. Claro, guardada as devidas proporções, quando mais precocemente atuarmos no trauma, mais podemos induzir a regeneração.

Então, vamos chamar de “janela mágica” os primeiros 15 dias de pós trauma. Isso porque nestes primeiros 15 dias temos o maior potencial de indução a regeneração e, dependendo da terapia aplicada, podemos induzir fortemente a regeneração celular.

Dito isso, devemos lembrar sempre que nestes 15 dias se não ultrapassarmos a capacidade do tecido, conseguiremos induzir o tecido ao desfecho da regeneração. Assim, quando possível, devemos usar estes primeiros 15 dias como indutor da regeneração. Porém, na clínica, é muito difícil o paciente chegar neste tempo, o que dificulta a indução à regeneração, mas não é impossível conseguirmos induzir após este período.

Como no caso da sequência de termogramas abaixo de uma paciente do sexo feminino, 74 anos e com várias comorbidades e fratura de patelas (bilateral) há 3 meses. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas que levantaram a hipótese de não consolidação. Foi solicitado exame de RX e verificado que a fratura não consolidou. Após 1 mês de tratamento foi realizado nova Análise Termofuncional e verificado melhora das alterações térmicas e foi solicitado novo exame de RX comprovando a quase completa consolidação óssea.

Sabendo cada fase da inflamação você saberá induzir a regeneração, este é o grande segredo para a indução à regeneração: conhecimento.

#inflação #dor #fisioterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 2

A grande maioria dos profissionais que fazem uso de termografia, acreditam que a temperatura “mais ou alta ou mais baixa” são os grandes indicadores de inflamação. Porém, como a correta formação no Método de Termografia Infravermelha nos ensina, nem de longe apenas a temperatura é o grande indicador e marcador risco.

Para aqueles que não sabem, antes da temperatura devemos primeiro entender os achados térmicos através do gradiente que, de longe, é o nosso grande aliado no MTI.

O entendimento do gradiente separa os curiosos que usam termografia dos termografistas master (Nível 3 e Categoria 3), pois com o conhecimento pleno de seu uso, sabemos em sua grande maioria das vezes que há um problema naquele local e o processo pelo qual há a transferência de calor. Isso diz muito ao termografista, principalmente o sentido do fluxo de calor que, para nós da saúde, mostra principalmente um vetor de forças.

A grandeza vetorial que o gradiente nos mostra nos ajuda muito mais do que a temperatura em si, inclusive esse princípio é usado em mecânica, elétrica, fornos e todas as outras especialidades que fazem uso da termografia. O gradiente nos permite entender os diversos processos de sobrecargas apresentados nas situações estudadas e, dependendo da área, pode explicar as causas da inflamação.

Na sequência de termogramas abaixo de um paciente do sexo masculino, 36 anos e sem histórico de comorbidades e apresentou dores em joelhos. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado algumas alterações térmicas sem grandes alterações de temperatura. O que de fato auxiliou no diagnóstico foi o gradiente que revelou alterações de cadeias musculares e seus desequilíbrios.
Portanto, não é a temperatura em si que responde as diversas dúvidas da análise, mas sim o gradiente. Até porque, a primeira linha de análise que fazemos instintivamente é sobre o gradiente, vide os princípios das paletas de baixo contraste.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

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Estado inflamatório e regeneração – parte 1

A inflamação é uma resposta natural do organismo a agressões/lesões e que tem como objetivo proteger e restaurar os tecidos afetados e, quando tudo acontece de forma coordenada, o tecido almeja sempre chegar a regenerar tecidual. A inflamação é caracterizada por uma série de alterações bioquímicas e celulares que ocorrem no local da lesão, resultando em sintomas como dor entre outros (vermelhidão, inchaço e calor).

O aparecimento da dor na inflamação é resultado da ativação de fibras nervosas que respondem a estímulos mecânicos, térmicos e químicos. Essas fibras nervosas (nociceptores) são ativadas pela liberação de substâncias químicas inflamatórias (como a bradicinina e prostaglandinas) que sensibilizam as terminações nervosas e aumentam a resposta aos estímulos dolorosos. Além disso, a inflamação pode estimular a produção de substâncias químicas (TNF entre outros) que também contribuem para a geração da dor.

Quando a inflamação chega num certo patamar de intensidade, estes neurônios são ativados e a sinalização cerebral é acionada para gerar um mecanismo de proteção. Este mecanismo de dor é ativado para que possamos “imobilizar” o local, permitindo tempo para a célula tentar regenerar a lesão.

Quando respeitamos as fases da inflamação, conseguimos chegar a tão sonha regeneração. Se algo atrapalhar o processo minucioso que é a regeneração, o desfecho será a reparação. Às vezes, este não é um desfecho ruim, podendo ser muito bem utilizado, mas sempre devemos almejar a regeneração.

Desta forma, se colocarmos a regeneração como objetivo principal da reabilitação, os processos terapêuticos deverão ser mais acertados em relação ao melhor desfecho do processo, promovendo a completa restauração da funcionalidade do tecido.

Por isso, quando o paciente apresenta uma inflamação com presença de dor, devemos sempre almejar atingir o processo regenerativo, porque assim promoveremos de forma indireta a analgesia. Agora o inverso não é verdadeiro, almejar inicialmente a analgesia não determina que o desfecho final será a regeneração. Ah a regeneração, nosso maior objetivo.

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Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 1

A radiação laser promove efeitos celulares e teciduais no local de sua aplicação, mas o que poucos fisioterapeutas sabem é que ela também promove efeitos locais e distantes do local da sua aplicação. E estes efeitos distantes nos ajudam muito na regeneração tecidual, porque quando nos deparamos com lesões teciduais estas normalmente não são apenas locais. Além disso, o tecido sofre com a sobrecarga imposta pelo local da lesão, gerando compensações teciduais dispersas ao foco originário da lesão.

Esta sobrecarga gera um mecanismo vicioso de lesão-sobrecarga-mais lesão dificultando a regeneração tecidual e a reabilitação. Um grande auxiliador para se quebrar este ciclo é justamente a laserterapia, pois ela induz fortemente à regeneração celular e tecidual do local da lesão e seu entorno.

Este efeito pode ser visto no vídeo termográfico abaixo de uma aplicação de laserterapia em uma lesão tendínea em tornozelo esquerdo. Pode-se notar as diversas reações teciduais com a aplicação e absorção da radiação no tecido, inclusive em áreas bem distantes da aplicação. Isto demostra claramente que o tecido reage a radiação de forma local e distante, por isso conseguimos ver estas as reações no vídeo.
Portanto, a grande arma do fisioterapeuta para a indução à regeneração é a laserterapia, pois somente com ela podemos quebrar o ciclo vicioso de lesão-sobrecarga-lesão, promovendo a regeneração tecidual.

Este efeito vai ajudar muito na rápida reabilitação do paciente, somado a isso o efeito tecidual da aplicação da laserterapia é único: a regeneração celular. Dito isso, a laserterapia de longe é a maior arma regenerativa do fisioterapeuta.

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Laserterapia 1 – 25-01-23