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Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 10

A laserterapia ainda é muito subutilizada na fisioterapia e quando fazem uso dela, fazem sem o menor conhecimento de sua ciência. A formação do fisioterapeuta para laserterapia é muito defasada, fazendo com que o profissional saia da graduação apenas aplicando cegamente o mesmo protocolo para todos os pacientes e em todas as situações.

Isso não é aplicar a laserterapia, é ser um técnico de aplicação de protocolo repetido. Dito isso, a laserterapia é depreciada por aqueles que deveriam ser seus os maiores beneficiários: o paciente. Tenho inúmeros casos, se não todos, em que o paciente chega em meu consultório e, ao aplicar o laser, relatam que já fizeram uso do laser em outros lugares sem efeitos.

Eu tenho que ensinar ao paciente que estes profissionais não tinham o devido conhecimento dos potenciais efeitos regenerativos da radiação infravermelha e que, infelizmente, a formação do profissional carece e muito da ciência da laserterapia. Mas assim que meus pacientes começam a sentir os efeitos da analgesia e volta da funcionalidade, passam a perceber como a correta aplicação pode melhorar rapidamente sua condição.

Para todos os colegas fisioterapeutas uma mensagem: estudem e aprendam profundamente a laserterapia, pois ela é a única capaz de regenerar os tecidos lesados. Ela não é a técnica do futuro, pois ela já é capaz de regenerar hoje com os equipamentos que temos, bastando ter conhecimento, ela é a única técnica regenerativa na fisioterapia.

Convido a todos a lerem o artigo abaixo da qual fiz parte e tenho orgulho de demonstrar quão poderosa pode ser a laserterapia na reabilitação, quando corretamente aplicada.

Na minha visão, a arma mais poderosa que temos dentro da fisioterapia para indução à regeneração celular, de longe é a laserterapia.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Laserterapia 10.1 – 27-10-23

Estado inflamatório e clínica – parte 9

Um dos grandes problemas na clínica é saber resolver inflamações apresentadas pelos pacientes, sendo que a grande maioria dos pacientes chega no consultório sem exames de imagem, dificultando e muito a avaliação.

Claro, sempre que possível podemos lançar mão de exames físicos e testes ortopédicos, mas eles não refletem a inflamação e sim a intensidade da dor e sua relação com a disfunção. Também podemos usar o relato de dor do paciente e a dor ao testarmos o local, mas ambos também não demonstram informações sobre a inflamação em si.

Agora, para aqueles que detém o conhecimento da Termografia Infravermelha, fica fácil determinar em tempo real os efeitos na inflamação do tecido através da radiação naturalmente emitida pelos corpos, em função de sua temperatura. Só com estas informações é possível determinarmos como o tecido está reagindo àquela inflamação.

Como visto no termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 70 anos, sem comorbidades e com relato de dor limitante em joelho. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas em joelhos condizentes com a dor da paciente.

Isto posto, fica fácil entender como a inflamação está se comportando no tecido a ponto de apresentar uma dor intensa e uma disfunção limitando. Baseado nisso podemos convencer o paciente a termos um exame de imagem, para entendermos de fato como a inflamação está comprometendo aquele tecido e como esta informação poderá nos ajudar tentar reverter este quadro.

Somente assim podermos de fato usar as informações das diversas fases da inflamação a nosso favor, pois sem isso, fica fácil a inflamação não só persistir como vencer a reabilitação. Focar na regeneração será sempre o melhor para o paciente.

Parafraseando Aristóteles: “Nosso caráter é o resultado da nossa conduta.”

#inflamação #dor #fisioterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 9

A beleza de se ter a correta formação no Método de Termografia Infravermelha é ter o conhecimento de análises diferenciadas, como as análises qualitativas e quantitativas.

Além disso, principalmente saber que a grande colaboradora de análises em biociências é o gradiente.

Como na sequência de termogramas abaixo, onde uma paciente relatou sensação de formigamento nos dedos da mãe esquerda. Ao captar as imagens, notoriamente foi possível entender que esta sensação estava associada com alguma forma de compressão nervosa, pois o gradiente revelou a disfunção.

Somente com uma análise qualitativa foi possível chegar a uma hipótese que, quando bem elaborada, consegue-se corroborar com muita facilidade.
Isso porque a análise do gradiente é muito mais poderosa para nós, clínicos, do que as temperaturas em si. As temperaturas em si dependem de muito conhecimento, equipamentos precisos e muito controle para se obter com precisão. Por isso não basta apenas ter um outro, é necessário ter conhecimento, equipamento e controle de ambiente para se utilizar com precisão as temperaturas em si.

Ah, o gradiente, nosso grande aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 8

Na clínica, temo um grande problema quando não nos atentamos a tratar corretamente as inflamações, estas podem se tornar grandes problemas mais a frente.

Isso acontece porque quando inflamações se apresentam e não as tratamos adequadamente, seja pelo motivo que for, facilitamos ao corpo gerar compensações para nos mantermos em atividade. Estas compensações ao longo do tempo acabam por gerar sobrecargas e novas inflamações, e isso cria um ciclo vicioso de inflação-sobrecarga-lesão-inflamação.

Isto posto, o corpo acaba por gerar tantas compensações que passamos a ter inúmeros outros problemas e até o agravamento da lesão original. Assim, deixamos um problema pequeno se torna um grande problema ai longo do tempo, se tornando quase uma “bomba relógio” para o paciente.

Como no caso do termograma abaixo de um indivíduo do sexo masculino, 54 anos, sem comorbidades e que relatou que apresentou dor em ombro esquerdo e, ao longo dos anos, esta mesma dor ficou “controlada” com musculação, mas que ao longo do tempo ele percebeu uma restrição de movimento no ombro. Foram captadas estas imagens sem intensão de análise alguma, apenas para responder a dor do indivíduo que, notoriamente, é possível responder ao relato de dor do paciente somente com estas imagens.

Dito isso, devemos sempre tratar qualquer início de inflamação, mesmo que leve, para que isso não se torne um ciclo vicioso de lesão-sobrecarga-inflamação.

#inflamação #dor #fisioterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 8

Na clínica, muitas vezes usamos testes clínicos para tratar algias apresentadas pelos pacientes. Porém, nem sempre os testes são conclusivos e quando são, não refletem absolutamente tudo que está ocorrendo no tecido.

Isso provoca um atraso na terapia e até desvios de hipóteses, dificultando o raciocínio lógico do terapeuta e a reabilitação do paciente. Somente com muito estudo e conhecimento é possível contemplarmos a lógica com corroboração de hipóteses diagnóstica para chegarmos a promover terapias assertivas.

Como no termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 50 anos, sem comorbidades e com relato de dor em escápula direita, sem exames de imagem. Foi realizado uma Análise Termofuncional e, somente pela análise qualitativa, foi possível detectar o gradiente correspondente ao relato de dor da paciente, possibilitando entender como a alguns músculos encontravam-se em sobrecarga.

Sem esta informação, seria mais complicado sabermos como os tecidos estão se comportando para, por fim, sabermos como tratar eficientemente esta algia. Porque na grande maioria das vezes, na clínica, nós tratamos as “cegas” as algias dos pacientes usando hipóteses e testes que muitas vezes não agregam informações suficientes para guiar a terapia.

A beleza de entender os processos fisiopatológicos, a ciência térmica e dos sistemas infravermelhos é saber que nós não analisamos a temperatura em si, mas a intensidade das radiações. E isso, quando corretamente analisado, nos permite entender como esta o comportamento dos diversos tecidos ao longo da terapia, gerando resultados assertivos.

Parafraseando Aristóteles: “O prazer no trabalho aperfeiçoa a obra.”

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 7

Uma falha muito comum na clínica é não ter um pensamento lógico (clínico) e sistematizado. Isso nos faz ter um olhar com viés daquilo que queremos achar, respondendo rapidamente a uma pergunta do paciente. Porém, isso nos leva a cometer erros sucessivos de forma a não conseguirmos fechar um diagnóstico correto, e consequentemente, o tratamento não será preciso.

Devemos tem em mente que uma avaliação deve ser, o máximo possível, precisa e objetiva tentando trazer informações que podem nos prover pistas para conseguirmos responder “o que está provocando a dor do paciente”.

Como no caso da sequência de termogramas abaixo, de um paciente do sexo masculino, 56 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em quadril esquerdo, sem apresentar exames de imagem e sem apresentar dor em testes clínicos no momento da avaliação. Após uma Análise Termofuncional foram detectadas alterações térmicas condizentes com a queixa de dor do paciente.

Estes resultados facilitaram a compreensão da inflamação e como esta inflação estava desencadeando dor na região relatada pelo paciente e suas compensações posturais. Dito isso, devemos ter em mente que nem sempre o paciente vem com sinais, sintomas e exames de imagem que deixam claro o que está acontecendo no tecido e o porquê da dor.

É necessário sempre ter em mente que uma avaliação deve procurar responder a causa da dor, com lógica e de forma sistematização. Assim, conseguimos chegar a um diagnóstico, com menor probabilidade de erro, mesmo com poucas pistas.

Saber perguntar, ouvir e observar são as regras básicas de todo cientista e é com este pensamento que devemos encaminhar a avaliação, e com isso um tratamento preciso. Isso porque a inflamação é multifatorial e se você procurar apenas uma coisa, vai deixar de escapar as pistas mais importantes.
Parafraseando Sherlock Holmes: “Os pequenos detalhes são sempre os mais importantes.”

#inflação #dor #fisioterapia

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 7

Uma das grandes vantagens da laserterapia é a analgesia promovida pela radiação infravermelha que, muitas vezes, é quase imediata.

Quando não temos o pleno conhecimento da radiação infravermelha, não somos capazes de alcançar os efeitos analgésicos e muito menos regenerativos. Isso porque a formação, na graduação, da fisioterapia não se aprofunda nesta técnica e isso é algo crítico e dramático. Pois, a meu ver, nenhuma outra técnica na fisioterapia pode promover a indução à regeneração celular e muito menos uma analgesia tão potente quanto a laserterapia.

Para os fisioterapeutas que de fato desejarem resultados de analgesia e potencial de indução a regeneração, eu os convido a conhecerem esta técnica tão potente, mas com conhecimentos básicos necessários para se chegar neste potencial.

Aplicar por aplicar o mesmo protocolo em todos, mesmo com disfunções diferentes, pessoas diferentes e tempos diferentes da inflamação, não vai levar você a nada. Quase gerando o mesmo efeito de um banho de luz.

Conhecer como e de que forma aplicar a laserterapia para conseguir resultados práticos com todos os seus pacientes e em todos os casos, demanda conhecimento específicos e muita prática. Conhecimentos de como programar a laserterapia especificamente para cada caso ao longo da reabilitação é a chave para ativar o potencial da regeneração. Sem respondermos estas questões você estará aplicando laser por aplicar e não terá resultado objetivo nenhum.

E isso, caro colega, todos que não tem o básico de conhecimento de laserterapia fazem. Por isso não tem resultados com a laserterapia.

Parafraseando Aristóteles: “O erro acontece de vários modos, enquanto ser correto é possível apenas de um modo.”

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 7

Muitos profissionais da saúde não sabem fazer uso de informações térmicas quando usam o Método de Termografia Infravermelha, baseando-se unicamente na temperatura apresentada em termogramas.

Isso é uma falta completa de conhecimento do método, até porque, a termografia não mede temperaturas, mas a radiação naturalmente emitida pelos corpos em função de sua temperatura. Quando se tem a completa formação do método é que se pode usar o conhecimento deste em sua totalidade.

A forma mais fácil de explicar estas diferenças de conhecimento são os casos mais comuns da clínica, que é a ausência áreas com altas temperaturas.

Dito isso, o que o profissional faz quando não há uma temperatura discrepante no termograma? Ele não sabe o que fazer com esta informação.

Como no caso da sequência de termogramas abaixo de um paciente do sexo masculino, 56 anos, sem comorbidades e que apresentou dor na região lateral de face após 4ª da extração do siso direito. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado gradientes condizentes com a região manipulada.

Não houve qualquer temperatura discrepante no termograma, mas sim um gradiente que corroborou a história de procedimento cirúrgico do paciente e seu relato de dor.

Assim, nosso grande aliado na termografia não é a temperatura em si, mas sim o seu gradiente, pois pouquíssimos casos serão apresentados com aumento de temperatura. Isto posto, ter o pleno conhecimento do método e suas interpretações são a chave para perceber a forma e as nuances dos gradientes.

“A forma é um vetor de forças”.

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Curso de Princípios Básicos de Laserterapia

Colega da saúde, quer saber como usar a laserterapia para indução a regeneração e a analgesia?

Venha conhecer o potencial da radiação laser, você aprender tudo aquilo que deveriam ter lhe ensinado na graduação e não o fizeram.

Um curso didático e simples de entender.

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O melhor curso que você poderia fazer em laserterapia com quem de fato conhece a técnica, tanto no aspecto clínico como no científico.

Estado inflamatório e clínica – parte 6

A grande sacada da regeneração em processos inflamatórios é saber ouvir muito bem o relato da história de dor do paciente, tal como forma e intensidade da dor, movimento, quando começou, que momento piorou etc.

O relato sempre apresenta grandes pistas sobre a intensidade e o grau da inflamação e em que processo o paciente está caminhando: regenerativo, reparativo ou degenerativo.

Assim, se você souber guiar a avalição para as perguntas certas, você obterá o início e o caminho que esta inflamação está seguindo. Acertar este caminho torna a reabilitação muito mais precisa e mais segura.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 38 anos, sem comorbidades e com relato de dor em dorso de punho esquerdo chegando a ser limitante. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor da paciente.

No programa terapêutico foi incluído técnicas regenerativas como o alongamento, manipulação e a laserterapia. Neste programa, à medida que a dor foi diminuindo e, consequentemente a inflamação, a implementação de cargas puderam ser iniciadas com segurança.

Em casos assim, com dor limitante, a inflamação nos diz que cargas podem ser perigosas neste momento. Isso porque o mecanismo mais eficiente do organismo para nos mostrar que a intensidade da inflamação esta associada com o grau de comprometimento tecidual é a dor intensa e limitante. Em casos leves, podemos iniciar a carga precocemente.

O grande segredo da regeneração é ouvirmos os sinais e sintomas que o paciente nos relata. Até porque, fisio (movimento) e terapia (aplicação) também pode ser interpretada como um simples bom ouvinte da célula.

#inflação #dor #fisioterapia