A Clínica
Av. Lavandisca, 741 - Cj. 102 - Moema
Agende sua consulta
(11) 99425-8489
Horário
Segunda a Sábado: 08:00 - 20:00

Estado inflamatório e clínica – parte 7

Conseguir regenerar o tecido é o ponto auge da profissão, mas este é o maior desafio da clínica. Isso porque existem inúmeros fatores não controláveis que influenciam diretamente na inflamação, e o principal deles é o comportamento do paciente.

De longe este é o que nos ajuda a chegarmos ao sucesso regenerativo ou apenas alcançarmos a analgesia. Porém, se conseguirmos provar que vários dos comportamentos dos pacientes podem gerar mais inflamação, podemos convencê-lo a parar com este estímulo lesivo.

Como no caso da sequência de termogramas abaixo de uma paciente do sexo feminino, 49 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em antebraço direito. Foi realizado uma Análise Termofuncional e que apresentou alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Foi sugerido a paciente que suspendesse a atividade daquele membro por um período suficiente para alcançarmos, minimamente, a analgesia e, depois disso, incrementando a atividade física aos poucos.

Isso fez com que a paciente aderisse ao tratamento, pois sua disfunção era visível no termograma, ficando didático explicar a necessidade da suspensão da carga.

No decorrer da reabilitação, seria possível demonstrar a melhora através da termografia e verificando se isso estava coerente com a diminuição da dor.
Isso facilita e muito a terapêutica, por conta da adesão do paciente a terapia proposta. Além disso, também fica fácil solicitar ao paciente exames de imagem para que se possa analisar melhor esta disfunção.

A regeneração é o auge da profissão, só que para isso precisamos passar pela adesão do paciente a terapia, e somente com fatos conseguimos fazer isso.

#inflamação #dor #fisioterapia

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 7

A formação profissional na graduação em laserterapia, do fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, é muito pobre e em alguns casos, até ausente.

Dito isso, é possível entender por que a laserterapia é pouco usada e, quando usada, ocorre de forma ineficiente. Isto posto, temos uma população inteira de profissionais que não fazem uso da laserterapia em seu potencial regenerativo.

Isso causa descredibilidade da técnica e desuso, gerando um ciclo vicioso sem fim. E não é a falta de tecnologia a laser que provocou esta descredibilidade, mas sim a falta de recursos humanos formados adequadamente.

Esta necessidade urge à medida que temos cada vez mais profissionais no mercado sem a adequada formação nesta técnica, deixando cada vez mais em desuso a laserterapia, voltando para a afirmação da primeira frase.

O termograma abaixo mostra uma aplicação da laserterapia no ombro de uma paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e em reabilitação de ruptura de supraespinhal. A imagem de antes mostra como a disfunção desta lesão acomete o paciente e a outra imagem com uma associação da imagem termal com a visível. No segundo termograma podemos perceber como a radiação imediatamente gera efeitos teciduais que, notoriamente, diminuem as alterações anteriores.

Claro que para termos efeitos regenerativos, precisamos de várias aplicações (dose dependente), dentro de todo um processo de reabilitação, mas somente com estes 2 termogramas conseguimos demonstrar didaticamente como a radiação laser influencia o tecido diretamente.

Assim, somente com o profundo conhecimento da laserterapia poderemos usar a radiação com efeitos regenerativos, pois sem isso, apenas alcançamos analgesia relativa.

A aplicação da laserterapia é, de longo, a nossa melhor técnica de indução à regeneração.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Dor e analgesia – parte 7

Saber entender a dor e tratá-la eficientemente é o que faz a credibilidade do profissional frente a necessidade do paciente.

Uma das grandes dificuldades na clínica é justamente “ver” o relato de dor consciente do paciente, o que dirá os reflexos de dor que são inconscientes. Neste universo, ter um método capaz de “enxergar” estas “dores” podem influenciar positivamente na metodologia de tratamento.

Um método que pode fazer isso é a Termografia Infravermelha e, como fisioterapeuta, posso dizer que eu era “cega” antes de conhecer a termografia. Isso me levou a querer ter o pleno conhecimento da termografia, até seu mais alto grau de certificação (SNQC).

Por isso foi necessário a criação de uma técnica exclusiva para uma profissão: a Técnica Termofuncional. Com ela somos capazes de entender as disfunções dos pacientes em tempo real e com segurança e eficácia de uma técnica com certificação em termografia (Nível 3 e categoria 3 com SNQC) e homologada por um conselho de classe (COFFITO).

Como no caso da sequência de termogramas de uma paciente, do sexo feminino, 44 anos, sem histórico de comorbidades e que a presentou um evento de dor abdominal aguda. Após todos os exames descartado qualquer patologia grave, verificou-se que era uma complicação gástrica. Durante o evento de dor, apresentou uma dor em pescoço e ombro esquerdos. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estes achados ajudam muito a responder a dor do paciente e a prover informações cabais e fidedignas aos terapeutas para as escolhas dos melhores métodos e técnicas de analgesia.

Parafraseando o mestre Eng. Attílio B. Veratti, e tomando para a saúde esta frase, temos:

“Nenhum outro método, tomado isoladamente, tem a capacidade da Termografia Infravermelha de permitir a avaliação da condição (operacional geral de uma empresa) biológica de um ser”.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 4

A laserterapia é de longe a maior terapêutica regenerativa da fisioterapia, pois sem elas, não teríamos potencial manipulativo para indução há regeneração.

E quando associamos duas técnicas que se conversam, como a laserterapia termoguiada pela termografia, fica muito mais fácil obtermos resultados satisfatórios.

Como no exemplo do termograma abaixo de uma aplicação de laserterapia em uma tendinite de punho esquerdo. Com esta associação de técnicas, foi possível aplicar a laserterapia precisamente nas áreas de lesão potencializando os resultados.

Isso porque, o feixe de luz laser tem a espessura de um fio de cabelo e fica quase impossível você aplicar a laserterapia sem precisão e exatidão e esperar resultados satisfatórios como a indução a regeneração. Usar a laserterapia de qualquer forma gera imprecisões que, quando muito, obtém-se um resultado relativo de analgesia.

Assim, para se esperar resultados realmente regenerativos, o profissional deve conhecer profundamente a ciência do infravermelho e os sistemas da laserterapia, além do conhecimento da fisiopatologia, claro.

Dito isso, se você colega não está conseguindo prover resultados, minimamente, de analgesia, repense. Isso porque você não está usando adequadamente a radiação infravermelha e não alcançará nunca um resultado regenerativo.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Estado inflamatório e regeneração – parte 3

Devemos sempre almejar a plena funcionalidade tecidual, porque com isso, alcançamos a funcionalidade do paciente e até a prevenção de novas disfunções.

A reabilitação é complexa e passa obrigatoriamente pelos estágios da inflamação para finalmente chegarmos a regeneração, provendo a funcionalidade do tecido.

Como no caso da sequência de termogramas abaixo de uma paciente do sexo feminino, 31 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em ombros. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas.

Estas informações nos mostraram quão comprometido o tecido esta e responde porque a paciente relata dor. Dito isso, planejando uma reabilitação eficaz, métodos e técnicas anti-inflamatórias e de reequilíbrio muscular foram aplicadas para uma completa reabilitação e retorno funcionalidade.

A paciente pode finalmente voltar as suas atividades de vida diária com um programa terapêutico de reequilíbrio e preparo da musculatura para a prevenção de novas ocorrências de dor.

A funcionalidade depende de fatores anteriores e, se não provermos esta base, não chegaremos na plena funcionalidade que o tecido é capaz. Almejar a regeneração é um objetivo que nos fará ser melhores na clínica, provendo resultados melhores. Então, foque na regeneração, porque aí você chegará no seu melhor resultado.

Parafraseando Aristóteles: “Um bom começo é a metade.”

#inflamação #dor #fisioterapia

Dor e analgesia – 3

Muitas vezes na clínica temos que saber qual o melhor momento de aplicar certo método ou terapia, pois temos momentos certos de aplicar cargas terapêuticas.

Quando falamos de analgesia, sabemos que devemos baixar a carga e aplicar métodos e técnicas para superarmos a fase de dor. Porém, quando superamos a dor, temos que implementar certas técnicas de fortalecimento e é este o momento mais crítico em casos de dor intensa.

Como no caso da sequência de termogramas abaixo de uma paciente do sexo feminino, 51 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em cotovelo direito após atividade esportiva.

Após a fase de dor aguda, o objetivo era a aplicação de cargas, porém com o Monitoramento da Condição Funcional da Técnica Termofuncional, percebemos que o tecido possivelmente ainda não está adequado metabolicamente para suportar cargas. Dito isso, a forma mais prudente é trocar de terapêutica e esperar um pouco mais para inclusão de cargas.

Esta prudência vem de conhecimento da fisiopatologia, que nos diz que mesmo que a dor não se apresente, podemos ter uma inflamação ali, silenciosa e oportunista. Principalmente se considerarmos que o caso aqui comentado já é de um histórico de dor aguda.

Assim, para que a paciente não volte novamente para o estado álgico, devemos sempre usar todos os métodos e técnicas disponíveis para reabilitarmos o paciente no melhor tempo possível, sem riscos de regressão.

Somente com esta visão podemos ter a reabilitação mais eficaz no menor tempo possível e sem o risco de retorno da dor.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Conhecimentos básicos em laserterapia 2

Como especialista de laserterapia, constantemente vejo pacientes relatarem que já passaram por terapia a laser, porém sem resultados. Diferentemente do que os pacientes passaram, a aplicação de laserterapia é muito complexa e é necessário ter conhecimento profundo desta técnica para gerar resultados regenerativos.

O que mais tenho percebido é o uso indiscriminado de 4J/cm2 para tudo e para todos. Só que, 4 J/cm2 foi um protocolo usado na década de 1990 e foi estabelecido com trabalhos metodologicamente deficitário e que não deveriam ser reproduzidos até hoje.

Isso não é fazer uso da laserterapia, mas sim de repetir um estudo que virou protocolo e que quem estabeleceu como padrão foram as próprias empresas de laser, não modificando-os por quase 30 anos.

Dito isso, a diferença entre ter resultados regenerativos e simplesmente jogar uma “luzinha” no tecido é gigante. Esta diferença faz com que os pacientes desacreditem na laserterapia, o que pode ser facilmente remediado com os resultados de especialistas que realmente fazem o correto uso da laserterapia e que promovem a regeneração.

Assim, caro colega fisioterapeuta, estude e aplique a laserterapia em seu potencial regenerativo e não somente um protocolo mais que ultrapassado de quase 30 anos.

Quer entender um pouco mais sobre o potencial da laserterapia?

Inscreva-se no meu curso de “Conceitos básicos em laserterapia” e aprenda a promover a regeneração com esta técnica poderosa, você vai se surpreender.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia


Teste laser

Estado inflamatório e regeneração – parte 1

Ter o conhecimento da fisiopatologia é a grande chave para se saber aplicar os diversos métodos e técnicas terapêuticos em seu paciente. Quando temos o conhecimento que cada fase da inflamação deve-se ter um objetivo e uma conduta, fica fácil criar um programa terapêutico que irá trazer novamente a função ao paciente.

Só que, durante o processo de reabilitação, eventos novos ocorrem e você tem que saber avaliá-los e, muitas vezes, somente os exames de imagem podem nos dizer o que de fato esta acontecendo.

Como no caso de um paciente do sexo masculino, 39 anos, com comorbidades e que já estava em processo de reabilitação e que “subitamente” apresentou uma dor aguda em região lombar limitante, chegando até a claudicar. Foi solicitado ressonância magnética da região lombar e o resultado pode ser visto nas imagens abaixo de uma hérnia extrusa (±2cm).

Isso fez com que todo o programa terapêutico fosse modificado, pois em fases agudas, com uma lesão neste grau, a prioridade é a analgesia e volta da função.

Nem sempre conseguimos convencer o paciente a realizar exames de imagem, mas estes exames são de suma importância para nos ajudar a entender o que está acontecendo e a nos guiar na elaboração do melhor programa terapêutico.

Para nós fisioterapeutas que reabilitamos através de cargas, e como a fisiopatologia muda constantemente com estímulos, é de suma importância que o paciente nos ouça e que faça exames de imagem periodicamente, para avaliarmos a evolução da lesão, principalmente em casos assim.

Acredito que nenhuma outra especialidade necessite tanto de exames de imagem como o fisioterapeuta, pois reabilitamos com cargas, estas podem ser regenerativas quanto lesivas, e não temos como ter certeza como está a evolução do caso sem exames de imagem. Pois nunca conseguiremos controlar plenamente o paciente e a carga pode-se tornar um vilão.

Parafraseando Paracelso: “A diferença entre o remédio e o veneno é a dose”.

#inflamação #dor #fisioterapia

Dor e analgesia – parte 1

Durante a reabilitação existem métodos e técnicas que nos ajudam a entender em que fase do processo inflamatório o paciente está, baseado quase que exclusivamente no seu relato de dor. Isso nos coloca em ponto “cego” que dificulta e muito o plano terapêutico. Já na reabilitação existe
um universo de métodos e técnicas que tratam o problema e saber qual o melhor método ou técnica naquele momento terapêutico é a chave para analgesia e o sucesso da reabilitação.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 34 anos, sem comorbidades, esportista e que apresentou dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alteração térmicas condizentes com o relato de dor.

Num caso como este, uma das formas mais eficazes de analgesia é a manipulação tecidual em que temos um universo de possibilidades terapêuticas de técnicas, como: Mulligan, Maitland, Cyriax, Ayurvédica, Levantamento de pregas cutâneas, Massagem clássica, etc.

O fisioterapeuta deve conhecer os princípios e indicações de cada técnica para saber qual a que se enquadra melhor no caso do paciente, pois cada uma tem uma indicação e contraindicação, pois não se pode usar em casos específicos.

Por exemplo, a técnica de Cyriax é quase específica para disfunções em tendões, sendo que no caso ilustrado acima, não é a técnica que deve ser aplicada. Porém, se existir rigidez articular de vértebras, as técnicas de mobilidade articular, como a técnica de Maitland ou Mckenzie, podem ser bem-vindas. Se for o caso de contraturas musculares, as terapias manuais podem ser utilizadas, como a Liberação miofacial. E assim, por diante.

Dito isso, o fisioterapeuta que tiver o conhecimento destas técnicas e escolher qual a melhor, ou melhores, que podem ser aplicadas em cada caso e momento do paciente promoverá uma terapia eficaz.

Somente com o conhecimento e o raciocínio lógico se chega a grandes resultados.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 11

Existem momentos na clínica que realmente são desafiadores, um deles é quando o paciente chega em fase aguda de dor. Isso nos impede de evoluir com a reabilitação.

Casos assim nos desafiam a promover a analgesia e o efeito anti-inflamatório rápido, devolvendo a funcionalidade e qualidade de vida do paciente.

Como no termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 32 anos, sem comorbidades e com relato de dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor do paciente.

Dito isso, modular e ajustar o tratamento para gerar um efeito anti-inflamatório tornou-se o foco da sessão, permitindo ao paciente sair da reabilitação sem relato de dor. Porém, a inflamação não foi completamente tratada, mas o suficiente para que o paciente possa sair da fase álgica, facilitando o tratamento na próxima sessão.

Assim, quando temos métodos e técnicas que nos ajudam na análise da inflamação e dor, podemos reprogramar a sessão e focar na inflamação imediata, tratando-a e permitindo a restauração novamente da função do paciente, mesmo que parcial. Então, devemos ao máximo conhecer métodos e técnicas em prol da melhora do paciente.

Isto porque, não basta pensarmos apenas na evolução da carga e da reabilitação, devemos pensar sempre como está paciente e seus relatos de dor. Pois se ele está em fase inflamatória, trate-a primeiro, porque cargas em inflamação gera mais inflamação e dor.

Portanto, no aparecimento da inflamação, a indução a analgesia e regeneração torna-se prioritária, a evolução da carga pode esperar, porque a dor do paciente não.

#inflamação #dor #fisioterapia