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Sobre gradientes e suas peculiaridades 2

Muitos perguntam qual câmera é usada na termografia, essa não é a pergunta correta.

A pergunta certa é: qual método, procedimento e critério clínico o profissional domina para interpretar o gradiente térmico?

Na prática clínica, quem faz a termografia não é a câmera, é o especialista, pois sem domínio do gradiente de calor, a imagem vira apenas um mapa bonito e clinicamente frágil.

O gradiente térmico é o que traduz inflamação, sobrecarga e disfunção funcional e, captar corretamente de forma técnico e interpretá-lo, é uma ciência clínica. E transpor este conhecimento para conduta terapêutica é uma especialização.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, com comorbidades, apresentando dor lombar aguda. Foi realizado uma Análise Termofuncional identificou um gradiente térmico assimétrico lombossacral, compatível com o relato de dor e com a mecânica funcional envolvida.

A dor, antes subjetiva, tornou-se documentável, rastreável e clinicamente justificável.

Não foi necessária análise quantitativa isolada, pois o procedimento Termofuncional prioriza o gradiente, conforme critérios técnicos e normativos. A análise numérica só é aplicada quando o método indica e isso não se aprende sozinho.

Para o fisioterapeuta, a Técnica Termofuncional eleva o nível clínico, fortalece o prontuário e reduz risco jurídico. Para o paciente, significa ser avaliado por quem sabe ler a dor onde ela realmente está.

Gradiente não se improvisa, se interpreta com formação.

#termografia #termofuncional #fisioterapia #dor #diagnósticofuncional #reabilitação

Estado inflamatório e clínica – parte 8

A inflamação crônica é a mais difícil de se diagnosticar e, muitas vezes, detectar. Isso acontece porque nosso corpo tem a capacidade de suportar dores por longos períodos de tempo, até ela agudizar.

No momento que a inflamação fica ativa (agudizada), fica mais fácil determinarmos o diagnóstico.

Porém, na grande maioria das vezes, os pacientes que chegam na clínica com dores crônicas não têm exames de imagens para avaliarmos mais precisamente. Pior, não lembram o início desta dor.

Neste momento, ter técnicas que podem detectar e determinar a disfunção tornam-se fundamentais para um diferencial terapêutico.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 50 anos, sem comorbidade e que relatou dor lombar crônica que, à vezes, se estende para o glúteo. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para determinar uma síndrome compressiva e convencer o paciente a realizar um exame de imagem para determinar precisamente o tratamento.

Situações assim são muito comuns na clínica e ter este diferencial na palma da mão e em tempo real fazem toda a diferença.

Além, claro de permitir já o início do tratamento enquanto o paciente ainda busca o exame de imagem, o que pode demorar muito na maioria dos casos.

Conhecer a inflamação e as técnicas de detecção da mesma são fundamentais para uma terapia com resultados mensuráveis. Somente assim saímos da “execução” para o “programa terapêutico”.

#inflamação #dor #fisioterapia

Seminário do Método de Termografia Infravermelha na Saúde

Caros colegas da saúde, relembrando vocês que no dia 06/08/25 será o Seminário do Método de termografia Infravermelha na Saúde.

O intuito deste seminário é resumir os bastidores legais e científicos, os embates éticos e os visionários que ousaram enxergar além do visível — literalmente. Uma viagem no tempo que mostra como a febre da inovação, muitas vezes iniciada de forma mercadológica, pode reacender esperanças e transformar paradigmas na saúde moderna.

Mais do que um conteúdo, este seminário é um divisor de águas, pois ele revela como erroneamente o profissional da saúde é formado na termografia.

Isso porque, por durante décadas, a termografia foi mal interpretada, subestimada ou encaixada em moldes reducionistas de análises de temperaturas (termometria e termologia) que não faziam justiça ao seu verdadeiro potencial.

Por isso, muitos profissionais da saúde foram ensinados a vê-la apenas como uma imagem de temperaturas, um recurso complementar, sem profundidade diagnóstica real.

Felizmente, há inovação que corrige esta formação no Método de Termografia Infravermelha adaptado à saúde.

Este seminário visa transformar seu conhecimento ou curiosidade sobre a termografia, possivelmente equivocado, para a legalidade e para você “enxergar” o mundo com outros olhos, através do infravermelho.

Venha participar desta inovação, garanta sua vaga já!

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 6

A laserterapia, existem muitos equipamentos que prometem soluções incríveis com a radiação infravermelha. Porém, a grande maioria se limita no tabu dos 4J/cm2 ou, quando muito, na fluência que gira em torno dos mesmos parâmetros do 4J/cm2.

Isso é um atraso para a laserterapia, porque estes protocolos foram feitos na década de 90 que refletem os estudos da década de 80.

Dito isso, os protocolos da laserterapia estagnaram no tempo, fixando-se no tabu dos 4J/cm2. No entanto, a laserterapia, quando corretamente aplicada, pode extrapolar e muito os parâmetros para se alcançar a regeneração celular.

Os estudos deveriam ter seguido este caminho, mas, infelizmente, não foi o que aconteceu.

Hoje a grande maioria dos fisioterapeutas apenas aplicam estes protocolos vencidos de forma automática e mal tem conhecimento dos princípios do laser e nem mesmo se o equipamento ainda funciona. Sim, temos isso também, a grande maioria nem calibra seu equipamento em anos, nem mesmo sabendo se ainda emitem ou quanto emitem de radiação.

A laserterapia exige sim muito conhecimento e estudos muito atuais, conhecimentos de física e matemática, antes mesmo de chegarmos na aplicação clínica e falarmos de fisiopatologia.

Tido isso, raros fisioterapeutas conseguem aplicar corretamente a laserterapia, abrindo muito o caminho do conhecimento.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Dor e analgesia 6

A dor é sempre uma sinalização do corpo avisando a nossa consciência que algo esta errado. Porém, tendemos a negligenciá-la até o ponto que uma lesão mais séria pode chegar a ser limitante.

Nestes casos, como a lesão é crônica, ela sempre aparece quando o tecido já apresenta sinais e sintomas que podem demorar a passar. E é neste momento que o paciente normalmente chega para ser tratado.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e com relato de dor em ombro esquerdo há mais de 3 meses piorando após treino de musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Este é um caso clássico de comprometimento tecidual crônico que foi agudizando e chegou ao ponto de limitar o paciente, seja pela dor ou pela disfunção.

Estas lesões poderiam ter sido tratadas adequadamente no seu início, quando elas são leves. Infelizmente, isso raramente acontece.

Assim, devemos sempre ter em mente que tratar as lesões em seu estágio mais leve, que pode aparecer muitos anos antes da dor limitante, pode evitar desta se agravar.

A fisioterapia passa pela fase preventiva onde ela atua diretamente nas sintomatologias consideradas leves, antes delas virarem lesões limitantes. Talvez este seja o maior impacto real da fisioterapia na vida das pessoas. Porém ela é a mais desprezada.

Ouça seu corpo, pois sua saúde é o único fator que de fato você pode mudar.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 1

A laserterapia deve ser aplicada por aqueles que tem conhecimento desta técnica, pois aqueles que apenas usam o tabu dos 4J/Cm2, acabam por descredibilizar esta técnica.

A laserterapia é muito mais poderosa do que um protocolo exclusivo para absolutamente tudo. Deve-se entender como a radiação age para saber como aplicar corretamente a ponto de induzir a regeneração.

Como no caso abaixo de uma entorse de tornozelo. Saber que existe uma forma correta de aplicar a radiação para indução à regeneração, conseguimos resultados incríveis. Inclusive podemos chegar a regenerar alguns tecidos em casos específicos completamente.

Porém, devemos agir com cautela e nunca afirmamos que vamos regenerar, mas sim vamos induzir a regeneração.

O quanto conseguiremos? Somente o tempo e o tecido podem responder, pois a regeneração é complexa, dependente de muitos fatores e variáveis e depende diretamente da adesão completa do paciente à proposta terapêutica.

Se precisarmos de repouso ou suspensão da atividade para indução a regeneração e se o paciente não aderir a proposta e sobrecarregar o tecido, não chegaremos nunca na regeneração. Muito pelo contrário, se permanecer com carga, o tecido certamente vai piorar.

Dito isso, a terapia é uma via de mão dupla: paciente e terapeuta.

Se não tivermos adesão de ambos, nenhum resultado poderá ser alcançado, nem mesmo com inúmeras aplicações de laserterapia.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Dor e analgesia – parte 12

A dor crônica provoca uma cascata de eventos no corpo e quando ela persiste por muito tempo, pode chegar a estabelecer um padrão postural de dor.

Isso dificulta e atrasa e muito o processo de reabilitação, aumentando o círculo vicio de dor-sobrecarga-dor. Quando finalmente rompemos este ciclo e colocamos o paciente em atividade, nossa maior preocupação é a volta deste ciclo.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 41 anos, sem comorbidades, em processo de reabilitação de dor lombar e que apresentou dor em região lombar após treino de musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Imediatamente foi tratado estes achados para que o processo crônico de dor não iniciasse uma nova postura reflexa a dor. Isso possibilitou retornar ao processo de reabilitação sem mais intercorrências e a correção da atividade física, impedindo novas lesões.

Isso somente foi possível, neste caso, porque o gradiente nos mostra como os metabolismos revelam as forças de tensão.

Como dito antes: “o vetor é um gráfico de forças”. Portanto, somente o gradiente revela o que pode estar acontecendo.

O tratamento preventivo também passa pela reabilitação e somente com conhecimento amplo da dor e dos processos de analgesia é que podemos impedir que novas intercorrências se agravem.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Estado inflamatório e clínica – parte 11

Na fisioterapia quando temos a chance de tratar as lesões leves é uma raridade, pois a grande maioria dos pacientes não chega ao consultório nestes casos. Porém, quando as lesões leves não são tratadas ou devidamente tratadas, elas podem e vão evoluir para lesões crônicos, podendo até a chegar a ficarem severas.

Dito isso, quando temos a oportunidade de tratar uma lesão leve do início é algo fantástico, pois conseguimos evitar o agravamento destes casos.

Como no caso da sequência de termogramas abaixo de uma paciente do sexo feminino, 52 anos, sem comorbidades e que sofreu uma entorse do dorso do pé e ante pé há 3 dias, sem a dor cessar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações mostraram que, mesmo sendo uma lesão leve, por constante sobrecarga imposta ao pé, ela estava se agravando.

Assim, a intervenção terapêutica deveria ser imediata, diminuindo a evolução da lesão e trazendo a paciente para a funcionalidade.

Este é um típico exemplo de como tratar precocemente os casos de lesões leves torna-se um fator muito importante para que estas lesões não evoluam, permitindo assim a completa regeneração e funcionalidade do tecido.

A inflamação e a regeneração andam de mãos dadas. Isso porque o início da inflamação determina diretamente o desfecho do processo e, se devidamente e precocemente tratadas, poderemos induzir o desfecho para a regeneração.

Sem isso, e perdemos este momento de desfecho regenerativo, permitirmos o início da reparação e inflamação crônica, promovendo um tecido disfuncional.

#inflamação #dor #fisioterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 11

A vantagem de se ter a correta formação na termografia é saber captar e interpretar as imagens térmicas, associá-lo ou não as diversas disfunções e conhecer as limitações do Método de Termografia Infravermelha na clínica.

Por isso, apenas fazer uso da termografia como um termómetro não lhe ajuda em nada clinicamente, mas somente ela se torna útil quando a termografia realmente é usada para detectar informações que podem fazer a diferença no seu diagnóstico.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 39anos, sem comorbidades e que apresentou dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Veja como não é preciso analisar quantitativamente (temperaturas) a imagem termográfica para, com o correto conhecimento, saber interpretar as informações da termografia. Tendo-se um procedimento devidamente sistematizado e organizado para seu uso na clínica, é possível associar os achados termográficos as diversas disfunções, e até associá-lo com o relato de dor.

O uso completo da termografia passa primeiramente, e quase exclusivamente na clínica, pela análise qualitativa (gradiente) e sua associação (estudos) ao conhecimento cinéticofuncionais e fisiopatológicos.

Sem a associação do método as necessidades da prática clínica (as ciências envolvidas), a termografia cai em desuso, e isso acontece muito na área da saúde.

Por isso o pleno conhecimento do método é fundamental para se ter e fazer uso rotineiro da termografia, como acontece nas áreas de engenharias e tecnológicas.

Portanto, se você realmente quiser fazer uso deste método, somente passando por todo o conhecimento da termografia e, que neste caso, passa pelo conhecimento do gradiente.

Ah, o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia – parte 11

Uma das grandes vantagens de se ter uma avaliação completa é ter as informações mais próximas possíveis de um diagnóstico correto. Isso facilita e muito a melhor tomada de decisão terapêutica, evitando erros.

Dito isso, saber avaliar corretamente é o caminho para uma reabilitação de sucesso e a conquista da fidelidade do paciente.

Uma forma de completar uma avaliação é ter a imagem da disfunção em tempo real, como por exemplo o uso da Termofuncional. Com esta técnica é possível determinar se as alterações térmicas estão associadas ou não a uma lesão e, mais ainda, se as alterações térmicas são características de uma disfunção ou não.

Estas informações, quando coletadas e interpretadas corretamente, podem e vão facilitar a tomada de decisão terapêutica, aumentando a eficácia da reabilitação e a satisfação do paciente.

Porque dor é um sinalizador que, se persistir por muito tempo, altera a vida do paciente (inclusive humor) e quanto antes ele se ver livre da dor, melhor. Porém, apenas tirar temporariamente a dor pode colocar o paciente num círculo vicioso de dor-analgesia temporária-dor, frustrando e piorando o caso do paciente.

Dito isso, com a imagem da disfunção/lesão na palma da mão e em tempo real, você poderá ver a evolução do caso até sua conclusão, impedindo a piora do caso por intervenção imediata, proporcionando uma evolução do tratamento sem intercorrências.

E é isso que o paciente espera de você e este é o mais alto grau de profissionalismo que um terapeuta pode ter.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia