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Propriedade intelectual – parte 2

A propriedade intelectual divide-se em duas categorias: propriedade industrial (patentes, marcas e outros – lei n° 9.279 de 14 de maio de 1996) e direito autoral e conexos (lei n° 9.610 de 19 de fevereiro de 1998). A primeira é sobre patentes e a segunda sobre o direito autoral.

Vamos começar com o direito autoral, pois é o mais atingido no nosso meio.

Esta lei começa descrevendo o que é “obra”:
“Art. 7º São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro […]”
Esta descrição, linda por se dizer, reflete o que é “intelectual” em todo o seu âmbito, quase um “penso, logo existo”.

Uma vez expressado por qualquer meio ou termo (até verbal) é uma obra protegida por lei. Portanto, uma expressão do intelecto é protegida por lei, vide caso do Facebook.

Continuando:
”I – os textos de obras literárias, artísticas ou científicas;
X – os projetos, esboços e obras plásticas concernentes à geografia, […] e ciência;”

Portanto, tudo que é expressão da SUA mente, é de SUA AUTORIA, inclusive trabalhos científicos, esboços, teses, rascunhos, e-mails e inovações.

Pronto, o primeiro passo já demos, você sabe o que é “obra” SUA.

Estado inflamatório e regeneração – parte 1

O processo inflamatório é minucioso, delicado e longo (leva até 2 anos para se concluir) e pode levar a alguns desfechos.

O desfecho mais almejado é o processo regenerativo, porém a inflamação pode ir para dois desfechos não desejados: a reparação e a degeneração.

Para se alcançar a tão sonhada regeneração celular, deve-se primeiro entender as várias fases da inflamação. Dito isso, é fácil explicar por que a inflamação é um “estado” e nós apenas conseguimos ver um momento deste processo, pois enxergamos aquele momento.

O estado inflamatório tem várias fases, e elas não são ruins, são necessárias. Porém, quando este estado persiste ou é acelerado, temos os dois desfechos ruins.

Quando nós usamos o estado inflamatório a nosso favor, conseguimos induzi-lo a regeneração. Quando “brigamos” com ele, teremos a reparação e a degeneração.

Para se entender melhor como fazemos isso, vou explicar passo a passo do estado inflamatório para mostrar ao colega fisioterapeuta como alcançar o desfecho ideal.

Colega fisioterapeuta, siga os próximos posts que eu vou ensinar como desvendar os estados inflamatórios e induzir ao desfecho para o processo regenerativo.

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Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 1

O método de termografia infravermelha tem evoluído muito nos últimos 50 anos e tem nos ajudado a entender a beleza de se enxergar o espectro infravermelho.

Porém, nem tudo é tão simples só por ver uma imagem “colorida” na tela da câmera, como nesta imagem linda de uma xícara com água quente e outra fria. Esta imagem reflete bem a diferença de um gradiente térmico captado em um termograma, lindo por se dizer.

Em biociências, é mais complexo ainda, pois o gradiente térmico reflete inúmeras informações térmicas teciduais. Isso nos mostra como é importante uma habilitação adequada, uma formação que não seja um “conto do vigário”.

Sem uma formação adequada, você apenas enxergará uma imagem “colorida” e a sua análise será pobre: o “branco” ou “vermelho” é uma inflamação. Como muito tenho visto e ouvido.

Para ser um termografista, você deve saber USAR todo o potencial do método, ou seja, você deve ser um grande Sherlock:

“Elementar meu caro termografista, no termograma tudo é sobre os gradientes, pois eles que nos mostram a “digital” do que estamos procurando”. (Dra. Paula Machado)

Habilite-se e você passará a entender o que o tecido tem para lhe dizer.

Pesquisar sempre, entender mais

Pesquisar faz parta da rotina dos profissionais, pois isso aumenta a capacidade de processamento de informações e a tomada de decisão terapêutica caso a caso.

Claramente isso permite uma maior inclusão de dados, facilitando o diagnóstico e o monitoramento da condição funcional do paciente em tratamento.

Uma das coisas que mais me estimulam, são as pesquisas, em vários assuntos e de várias formas.

Em tempos de pandemia ficam difíceis as pesquisas em grupo, mas nada tira do coração o desejo por pesquisa.

Nada é mais satisfatório do que compartilhar publicamente a sua “descoberta”, para que outros entendam mais. Tal como eu aprendo mais com cada compartilhamento de outros.

Este círculo vicioso é tão produtivo que nos permitiu chegar exatamente aonde estamos hoje.

Chegaremos lá novamente.

Até lá, o estudo é online e a saudade é crescente.