Sobre gradientes e suas peculiaridades 2
Muitos perguntam qual câmera é usada na termografia, essa não é a pergunta correta.
A pergunta certa é: qual método, procedimento e critério clínico o profissional domina para interpretar o gradiente térmico?
Na prática clínica, quem faz a termografia não é a câmera, é o especialista, pois sem domínio do gradiente de calor, a imagem vira apenas um mapa bonito e clinicamente frágil.
O gradiente térmico é o que traduz inflamação, sobrecarga e disfunção funcional e, captar corretamente de forma técnico e interpretá-lo, é uma ciência clínica. E transpor este conhecimento para conduta terapêutica é uma especialização.
Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, com comorbidades, apresentando dor lombar aguda. Foi realizado uma Análise Termofuncional identificou um gradiente térmico assimétrico lombossacral, compatível com o relato de dor e com a mecânica funcional envolvida.
A dor, antes subjetiva, tornou-se documentável, rastreável e clinicamente justificável.
Não foi necessária análise quantitativa isolada, pois o procedimento Termofuncional prioriza o gradiente, conforme critérios técnicos e normativos. A análise numérica só é aplicada quando o método indica e isso não se aprende sozinho.
Para o fisioterapeuta, a Técnica Termofuncional eleva o nível clínico, fortalece o prontuário e reduz risco jurídico. Para o paciente, significa ser avaliado por quem sabe ler a dor onde ela realmente está.
Gradiente não se improvisa, se interpreta com formação.
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