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Dor e analgesia – parte 2

Muitos pacientes passam anos sendo ouvidos, mas não diagnosticados. Nestes casos, a dor é relatada, registrada, tratada, porém nunca localizada funcionalmente.

O resultado? Analgesia temporária, frustração clínica e cronificação silenciosa. O caso abaixo expõe essa falha do modelo tradicional.

O termograma abaixo é de uma paciente do sexo feminino, 42 anos, com comorbidades, convivendo com dor lombar há mais de uma década, sem diagnóstico conclusivo, apesar de múltiplas condutas.

Com o Exame Termofuncional, a história mudou, pois foram identificadas assimetrias térmicas e padrões compatíveis com disfunção lombossacra crônica, totalmente coerentes com o relato álgico, a biomecânica e a história funcional da paciente.

A dor deixou de ser “subjetiva” e passou a ser mensurável, documentada e rastreável. A partir disso, foi possível estruturar um programa terapêutico preciso, individualizado e monitorável, com critérios técnicos claros e segurança assistencial.

Para o fisioterapeuta, a Técnica Termofuncional representa mudança de nível clínico: mais assertividade, melhor tomada de decisão, prontuários mais robustos e menor risco de subdiagnóstico.

Para o paciente, significa ser avaliado por quem sabe transformar dor em dado clínico e dado clínico em conduta eficaz.

Dor ignorada cronifica, a dor mal avaliada retorna e a dor bem analisada muda o prognóstico.

A dor crônica é sempre sindrômica.

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