A Clínica
Av. Lavandisca, 741 - Cj. 82 - Moema
Agende sua consulta
(11) 99425-8489
Horário
Segunda a Sábado: 08:00 - 20:00

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 7

Somente com o conhecimento do Método de termografia Infravermelha, quando corretamente aplicado, pode prover informações cruciais para o terapeuta e, muitas vezes, decisivas para um correto diagnóstico.

E, como dito em outros posts, o correto diagnóstico é quase 70% da assertividade no tratamento. Dito isso, a avaliação e o correto diagnóstico são a chave para um tratamento de sucesso.

E na termografia isso não é diferente, pois quando se usa corretamente método a informação coletada pode ser aquele fator que faltava para você acertar o diagnóstico. Portanto, o tratamento.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 52 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em região lombar após muitas horas de voo. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram suficientes para localizar precisamente a disfunção para ela ser tratada com maior assertividade, diminuindo o tempo de terapia.
Este de fato, é de longo o maior produto da termografia para clínica: o gradiente.

Sem o olhar do gradiente, a termografia aplicada na saúde é falha.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Seminário do Método de Termografia Infravermelha na Saúde

Caros colegas da saúde, relembrando vocês que no dia 06/08/25 será o Seminário do Método de termografia Infravermelha na Saúde.

O intuito deste seminário é resumir os bastidores legais e científicos, os embates éticos e os visionários que ousaram enxergar além do visível — literalmente. Uma viagem no tempo que mostra como a febre da inovação, muitas vezes iniciada de forma mercadológica, pode reacender esperanças e transformar paradigmas na saúde moderna.

Mais do que um conteúdo, este seminário é um divisor de águas, pois ele revela como erroneamente o profissional da saúde é formado na termografia.

Isso porque, por durante décadas, a termografia foi mal interpretada, subestimada ou encaixada em moldes reducionistas de análises de temperaturas (termometria e termologia) que não faziam justiça ao seu verdadeiro potencial.

Por isso, muitos profissionais da saúde foram ensinados a vê-la apenas como uma imagem de temperaturas, um recurso complementar, sem profundidade diagnóstica real.

Felizmente, há inovação que corrige esta formação no Método de Termografia Infravermelha adaptado à saúde.

Este seminário visa transformar seu conhecimento ou curiosidade sobre a termografia, possivelmente equivocado, para a legalidade e para você “enxergar” o mundo com outros olhos, através do infravermelho.

Venha participar desta inovação, garanta sua vaga já!

Seminário do Método de Termografia infravermelha na Saúde – 06/08/25

Convidamos a todos que têm interesse em termografia na saúde para assistir nosso seminário sobre o Método de termografia na Saúde.

Venha saber uma pouca da história, desenvolvimento, leis, metrologia e aplicabilidade clínica.

Seminário gratuito voltado para profissionais da saúde.

Dia 06/08/25 às 19:30h, evento online.

venha garantir sua vaga pelo info@termofuncional.com.br

Conhecimentos básicos em laserterapia – parte 6

A laserterapia, existem muitos equipamentos que prometem soluções incríveis com a radiação infravermelha. Porém, a grande maioria se limita no tabu dos 4J/cm2 ou, quando muito, na fluência que gira em torno dos mesmos parâmetros do 4J/cm2.

Isso é um atraso para a laserterapia, porque estes protocolos foram feitos na década de 90 que refletem os estudos da década de 80.

Dito isso, os protocolos da laserterapia estagnaram no tempo, fixando-se no tabu dos 4J/cm2. No entanto, a laserterapia, quando corretamente aplicada, pode extrapolar e muito os parâmetros para se alcançar a regeneração celular.

Os estudos deveriam ter seguido este caminho, mas, infelizmente, não foi o que aconteceu.

Hoje a grande maioria dos fisioterapeutas apenas aplicam estes protocolos vencidos de forma automática e mal tem conhecimento dos princípios do laser e nem mesmo se o equipamento ainda funciona. Sim, temos isso também, a grande maioria nem calibra seu equipamento em anos, nem mesmo sabendo se ainda emitem ou quanto emitem de radiação.

A laserterapia exige sim muito conhecimento e estudos muito atuais, conhecimentos de física e matemática, antes mesmo de chegarmos na aplicação clínica e falarmos de fisiopatologia.

Tido isso, raros fisioterapeutas conseguem aplicar corretamente a laserterapia, abrindo muito o caminho do conhecimento.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #laser #laserterapia

Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 6

Na saúde, a termografia evoluiu exclusivamente através da experiência profissional do aplicador e sobre a base da termologia e termometria (escalas de temperaturas), um erro que custou a descrença dela até hoje.

Porém, nas áreas tecnológicas, a termografia evoluiu sobre ciências e normatização de procedimentos, colocando-a como um dos métodos com maior credibilidade e uso no ramo.

Se a área da saúde tivesse galgado os mesmos caminhos das tecnológicas, seria possível compreender que as análises qualitativas poderia ser, prioritariamente, o principal uso da termografia. E isso permitiria uma maior precisão do uso da termografia na saúde.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 40 anos, sem comorbidades e com relato de dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Não foi preciso absolutamente nenhuma análise quantitativa para entendermos como o comprometimento tecidual esta afligindo a região lombar do paciente.

As informações qualitativas, nestes tipos de caso, são mais que suficientes para responderem a dor do paciente e facilitar o diagnóstico do profissional, e este é o segredo do conhecimento profundo da termografia. Isso somente é possível quando o profissional possui o conhecimento profundo das ciências do Método de termografia Infravermelha.

Sem este conhecimento, a termografia está fada a seu uso como um simples termômetro e aplicada segundo a experiência do operador.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia 6

A dor é sempre uma sinalização do corpo avisando a nossa consciência que algo esta errado. Porém, tendemos a negligenciá-la até o ponto que uma lesão mais séria pode chegar a ser limitante.

Nestes casos, como a lesão é crônica, ela sempre aparece quando o tecido já apresenta sinais e sintomas que podem demorar a passar. E é neste momento que o paciente normalmente chega para ser tratado.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 52 anos, sem comorbidades e com relato de dor em ombro esquerdo há mais de 3 meses piorando após treino de musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Este é um caso clássico de comprometimento tecidual crônico que foi agudizando e chegou ao ponto de limitar o paciente, seja pela dor ou pela disfunção.

Estas lesões poderiam ter sido tratadas adequadamente no seu início, quando elas são leves. Infelizmente, isso raramente acontece.

Assim, devemos sempre ter em mente que tratar as lesões em seu estágio mais leve, que pode aparecer muitos anos antes da dor limitante, pode evitar desta se agravar.

A fisioterapia passa pela fase preventiva onde ela atua diretamente nas sintomatologias consideradas leves, antes delas virarem lesões limitantes. Talvez este seja o maior impacto real da fisioterapia na vida das pessoas. Porém ela é a mais desprezada.

Ouça seu corpo, pois sua saúde é o único fator que de fato você pode mudar.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Sobre gradientes e suas peculiaridades 2

O gradiente, de longe, é a forma mais eficaz de análise termográfica que se pode fazer, desde as exatas até as biociências. Um exemplo disso foi caso em que eu mesma usei a termografia para responder a minha dor.

Realizei há 2 anos atrás uma cirurgia de endometriose com retirada de um foco de mais de 2,8 cm de endometrioma no ovário direito e retirada do próprio ovário direito. Eu passei a sentir dores nas costas após a cirurgia e imaginei que a cicatrização, por conta da retirada da endometriose, causaria alguma forma de retração de tecidos. Comecei então a tratar o tecido com vários métodos e técnicas para o caso. Porém, ainda assim a dor não cessava e, muitas vezes, piorava.

Solicitei então uma Ressonância Magnética (07/24) de pelve que revelou:
“Espessamento retrátil retrocervical à direita, estendendo-se ao longo do ligamento uterossacro e largo do mesmo lado e mantendo contato com a fossa ovariana direita, com tênues focos hemáticos. Mede cerca de 1,4 x 0,9 cm. Tais achados podem representar alterações cirúrgicas, não sendo possível afastar a possibilidade de eventual foco residual de endometriose.”

Apesar dos resultados da Ressonância responderem que existia uma cicatrização, esta não conseguiu revelar como a cicatriz estava causando esta disfunção na lombar, pois a cicatrização era no local do endometrioma. Resolvi captar uma imagem eu mesma no consultório (20/01/25) e, por isso, já peço desculpas pela falta de qualidade na captação da imagem.

Para minha surpresa, a imagem captada no termograma revelaria uma força tênsil de contração da cicatriz que respondia exatamente o porquê da minha dor = disfunção. Isso porque o gradiente não demonstrou um vetor de forças correspondente a uma compressão nervosa ou inflamação na coluna de alguma forma, mas sim uma forma de tesão exercida no quadrado lombar e psoas maior direitos, gerando inclusive estresse metabólico e, consequentemente, dor muscular.

Este é um exemplo exatamente do porque a análise termográfica deve ser feita com critérios baseados inicialmente no gradiente, muito antes de se pensar em temperaturas.

Tal como nas exatas, a temperatura só é avaliada quando outros fatores de anomalias já demonstram risco, principalmente o gradiente.

Por isso, quem realmente tem o conhecimento da termografia, faz uso do gradiente rotineiramente.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

#termografia #dor #fisioterapia #reabilitação #termografia

Dor e analgesia – parte 2

A dor pode ser decorrente de esforços repetitivos, oriundos ou não de problemas pré-existentes. A promoção da analgesia neste caso se faz prioritária, para que esta nova lesão não se estabeleça.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 41 anos, sem comorbidades e que apresentou dor em joelho esquerdo após caminha longa (mais de 2 horas) com calçado para caminhada (rasteirinha) em um dia muito quente. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

No exemplo acima, fez-se necessário e urgente a analgesia e a promoção da ação anti-inflamatória para, posteriormente, conseguirmos incrementar a carga.

Situações assim são bem rotineiras na clínica e muitas vezes não são levadas a sério, pelo menos não no momento imediato do relato de dor. Isso provoca uma estabilização da inflamação e lesão, gerando problemas funcionais a médio prazo.

Dito isso, a reabilitação passa necessariamente por lesões rotineiras, do dia a dia, que o paciente nem sabe que provoca. Porém, se não for dada a devida atenção no início desta, esta inflamação pode gerar grandes disfunções posteriormente, dificultando e muito os resultados da reabilitação.

Assim, ouvir o relato de dor e avaliar de forma detectar estas alterações no início é a chave para a evitarmos novas disfunções e lesões futuramente.

#dor #fisioterapia #reabilitação #termografia