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Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 9

Um dos grandes desafios na clínica é determinar a origem da dor do paciente que, muitas vezes, não se consegue responder por testes clínicos e até exames de imagem clássicos.

Nestes casso conhecer o Método de Termografia Infravermelha em sua integralidade é o diferencial para se fechar um diagnóstico.

Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 70 anos, com comorbidades e que apresentou dor em região escapular, não diferenciada e detectada por exames de imagem. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Estas informações foram essenciais para determinar o diagnóstico neste caso, guiando o tratamento d forma mais assertiva.

Isso só foi possível pelo conhecimento do gradiente, grande diferencial da termografia na saúde.

Esse método, quando corretamente aplicado, é a chave para se fechar um correto diagnóstico, respondendo a dor do paciente. Claro, mas como todo método, ele tem suas limitações e você tem que ter este conhecimento para entender estas limitações, sabendo usá-lo em seu máximo potencial.

Porém, tendo todo seu conhecimento, é possível determinar o local que necessita ser mais bem avaliado para outros métodos, e estes podem fechar o diagnóstico.

Isso porque, a termografia não está para se determinar a patologia. Pois a termografia está para localizar as alterações e, com o correto conhecimento, interpretá-las para se fechar um diagnóstico.

Ah o gradiente, nosso maior aliado.

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Dor e analgesia – parte 9

A dor crônica é um grande desafio, isso porque, em sua grande maioria das vezes, o paciente não conclui todo o programa de reabilitação, parando quando a dor cessa.

Porém, a dor aguda acontece quando a inflamação está numa intensidade alta e, quando esta consegue ser levemente baixada, esta dor cessa. No entanto, uma grande quantidade de inflamação ainda permanece podendo ser iniciada novamente por qualquer motivo.

Por isso temos muitos relatos de pacientes que afirmam que a dor “vai e volta”, justamente pelo motivo citado acima.

Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 42 anos, sem comorbidades e com histórico de dores cíclicas nos joelhos apresentou agudização da dor em lateral de joelho esquerdo após caminhar mais de 2 horas. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.

Dito isso, a reabilitação deve passar pela fase de tratamento da inflamação crônica, onde o paciente encontra-se assintomático, porém com alto índice de inflamação local, podendo ser comprovado por Gold Standart com ressonância magnética. Assim como orientar o paciente a tratar esta fase de forma a melhorar as estruturas envolvidas.

Dito isso, passar pela reabilitação estrutural e preventiva é mandatória para evitar a recidiva de agudizações de casos crônicos, como mostrado no termograma.

Neste cenário, o profissional tem que ter em mente uma reabilitação plena, até a volta ou início de uma prática esportiva. Sem isso, teremos novamente novos eventos de dor aguda em lesões crônicas.

Isso que faz a diferença entre programas de reabilitação e na solução e prevenção na dor do paciente.

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