Estado inflamatório e clínica – parte 8
A inflamação crônica é a mais difícil de se diagnosticar e, muitas vezes, detectar. Isso acontece porque nosso corpo tem a capacidade de suportar dores por longos períodos de tempo, até ela agudizar.
No momento que a inflamação fica ativa (agudizada), fica mais fácil determinarmos o diagnóstico.
Porém, na grande maioria das vezes, os pacientes que chegam na clínica com dores crônicas não têm exames de imagens para avaliarmos mais precisamente. Pior, não lembram o início desta dor.
Neste momento, ter técnicas que podem detectar e determinar a disfunção tornam-se fundamentais para um diferencial terapêutico.
Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 50 anos, sem comorbidade e que relatou dor lombar crônica que, à vezes, se estende para o glúteo. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.
Estas informações foram suficientes para determinar uma síndrome compressiva e convencer o paciente a realizar um exame de imagem para determinar precisamente o tratamento.
Situações assim são muito comuns na clínica e ter este diferencial na palma da mão e em tempo real fazem toda a diferença.
Além, claro de permitir já o início do tratamento enquanto o paciente ainda busca o exame de imagem, o que pode demorar muito na maioria dos casos.
Conhecer a inflamação e as técnicas de detecção da mesma são fundamentais para uma terapia com resultados mensuráveis. Somente assim saímos da “execução” para o “programa terapêutico”.
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