Sobre gradientes e suas peculiaridades – parte 6
Na saúde, a termografia evoluiu exclusivamente através da experiência profissional do aplicador e sobre a base da termologia e termometria (escalas de temperaturas), um erro que custou a descrença dela até hoje.
Porém, nas áreas tecnológicas, a termografia evoluiu sobre ciências e normatização de procedimentos, colocando-a como um dos métodos com maior credibilidade e uso no ramo.
Se a área da saúde tivesse galgado os mesmos caminhos das tecnológicas, seria possível compreender que as análises qualitativas poderia ser, prioritariamente, o principal uso da termografia. E isso permitiria uma maior precisão do uso da termografia na saúde.
Como no caso do termograma abaixo de um paciente do sexo masculino, 40 anos, sem comorbidades e com relato de dor em região lombar. Foi realizado uma Análise Termofuncional e detectado alterações térmicas condizentes com o relato de dor.
Não foi preciso absolutamente nenhuma análise quantitativa para entendermos como o comprometimento tecidual esta afligindo a região lombar do paciente.
As informações qualitativas, nestes tipos de caso, são mais que suficientes para responderem a dor do paciente e facilitar o diagnóstico do profissional, e este é o segredo do conhecimento profundo da termografia. Isso somente é possível quando o profissional possui o conhecimento profundo das ciências do Método de termografia Infravermelha.
Sem este conhecimento, a termografia está fada a seu uso como um simples termômetro e aplicada segundo a experiência do operador.
Ah o gradiente, nosso maior aliado.
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